quarta-feira, 13 de abril de 2011

HISTÓRIA: 13° MARCHA RESGATE 2011 - CABO DE SANTO AGOSTINHO - PERNAMBUCO






Há 13 anos, um povo decidiu se levantar de suas cadeiras,
das 4 paredes que o cercava e, sob a autoridade de seu general,
o Rei dos Reis, declarar o amor e o nome de Jesus à cidade do Cabo.
Desde então, todos os anos, no dia primeiro de maio, o povo de Deus
sai às ruas erguendo um trono de louvor e adoração
ao Rei Jesus, proclamando o amor, a alegria e a paz que vem de Deus,
crendo na restauração da nossa cidade e no resgate daqueles que
ainda estão debaixo do julgo e da opressão do álcool,
das drogas, da violência e da prostituição.

A marcha é um propósito que nasceu no coração de Deus e tornou-se concreto por meio do Apóstolo Eliel Silva e da Missão Evangélica Apostólica Kerigma (MEAK), com o apoio espiritual da Igreja Evangélica Apostólica Kerigma (IEAK). Feita para o povo de Deus, a Marcha Resgate conta com um público de aproximadamente 30 mil pessoas e com a parceria da Prefeitura da Cidade.

A essência da Marcha Resgate é compreendida em seu próprio nome, a palavra RESGATE tem em cada letra uma unção específica de conquista para o estado de Pernambuco e o povo que nele vive:

R - restauração;
E - evangelismo;
S - salvação;
G - guerra espiritual;
A - avivamento;
T - transformação;
E - estratégia.

Tal como Josué rodeou Jericó 7 vezes para que caíssem os muros, nós que fazemos a Marcha Resgate tomamos posse desta unção de conquista e demos as 7 voltas ao redor da cidade do Cabo, e como resultado, temos visto mudanças significativas em todos os aspectos.
O Cabo não mais é conhecido como Cidade da Morte, escravo de altos índices de violência e mortandade, mas é conhecido como Cidade da Vida com 40% da nossa população evangélica. Setores da nossa economia foram restaurados, grandes empresas se instalaram em nosso solo e em nossas águas. Hoje, nossa atmosfera está preparada e à espera do tempo favorável do Senhor. Tempo em que virão até nós as preciosidades das nações e sobre nossa terra nascerá a glória do Senhor.
Tempo em que não ouviremos falar de violência, nem de ruína e destruição dentro de nossas fronteiras
e seremos chamados de Cidade do Senhor.
Pois estas são as promessas de Deus para seu povo por intermédio do profeta Isaías.

VISITE O SITE OFICIAL DA MARCHA RESGATE QUE ESSE ANO SERÁ NO DIA 30 DE ABRIL DE 2011

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ESSE ANO TERÁ COMO CONVIDADOS O CANTOR KLEBER LUCAS E BANDA E SOM DA COLHEITA.

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Noticias: Pernambuco em Desenvolvimento.




Edições Anteriores
08/04/2011


Folha de Pernambuco
Economia
08/04/2011



Licitação para reformas no Porto


O Porto do Recife anunciou a abertura de licitação para contratação de empresa de engenharia civil para execução das reformas e restaurações dos armazéns cinco e seis, voltados para operação de cargas, com investimentos de R$ 2,5 milhões. A licitação será aberta no dia 10 de maio, às 10h, e o edital pode ser retirado na íntegra na Praça Luso Brasileira, 70, Bairro do Recife. Outras informações através do 3183-1936.


A obra faz parte da retomada dos investimentos para o Porto do Recife. Segundo o presidente do Porto, Pedro Mendes, os projetos incluem a recuperação da infraestrutura terrestre (recuperação das vias internas, reforma dos estacionamentos de caminhões e do muro do antigo pátio de coque, avaliada em R$ 3,6 milhões) e recuperação do prédio administrativo (outros R$ 1,5 milhões), obra que, segundo o presidente, “desocupa dois galpões do Porto, que serão usados para novos negócios”.


Mais R$ 550 milhões serão destinados à estação de transbordo (tratamento de lixo), com recursos da Secretaria de Portos e, para o projeto de qualificação do antigo terminal de coque, os investimentos chegam a R$ 400 mil. “Também estamos fazendo o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ), plano diretor que vai dizer que tipo de porto teremos nos próximos anos, onde serão investidos mais R$ 350 mil”, comentou. A recuperação do cilo portuário e a execução do Plano de Eficiência Energética vão consumir mais R$ 1,5 milhões.


Pedro Mendes contabilizou ainda cerca de R$ 23 milhões para execução do terminal marítimo, com verba do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para Copa. “Queremos atrair negócios que interessem ao Porto e casem com a cidade do Recife. Isso inclui o início da operação de contêineres, que deve ser entre o fim de abril e o início de maio. Hoje entendemos que somos um complemento de Suape”, completou Mendes.


Jornal do Commercio
Economia
09/04/2011


Procurador-chefe do MPT-PE comenta relações sindicais em Suape
Para especialista, movimentos grevistas em canteiros de obra estão mais fortes
Para procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho de Pernambuco (MPT-PE), Fábio Farias, movimentos grevistas em canteiros de obra do Complexo Industrial Portuário de Suape estão mais fortes. Ele faz o panorama do assunto da economia canavieira até hoje.


ICTSI chega a Índia

O Grupo ICTSI, que opera o Tecon Suape e em março venceu disputa para operar na Croacia, venceu licitação para operar um porto de contêineres na Índia. Começa com 1,2 milhão de Teus/ano.


Meganavio chinês

Também, na Intermodal, foi anunciado que o Tecon Suape ainda este ano receberá navios com 9 mil Teus. Os gigantes virão direto da China para Suape e daqui descerão para o Porto de Santos.



Notícias do dia
11/04/2011


Folha de Pernambuco
Economia
11/04/2011



Entrada bloqueada


O Complexo Industrial Portuário de Suape enfrentará mais um ato de protesto hoje: os transportadores de cargas planejam bloquear a entrada da Refinaria Abreu e Lima. Segundo o presidente do Sindicato do Transportador Autônomo de Cargas, Jorge Flores, devido ao movimento grevista registrado nas últimas semanas, o carregamento foi suspenso e as transportadoras não estão arcando com o pagamento das diárias. O que se espera é que as empresas negociem os valores. Ao menos um engarrafamento eles devem conseguir.

domingo, 10 de abril de 2011

Noticias !!!




Vista Aérea do Porto de Suape - Pernambuco - Brasil.

Prezados,

Antes de mandar as noticias gostaria de pedir desculpas aos frequentadores desse Blog devido ao atraso das informações aqui enviadas, o motivo é a falta de tempo, porém segue as noticias para apreciação de todos!

Abraço fraterno

Lázaro Maxuel

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Notícias do dia
31/03/2011



Jornal do Commercio
Economia
31/03/2011

Balanço positivo e tom político


O governo do Estado aproveitou a obrigação de prestar contas à Assembleia Legislativa a cada quadrimestre para fazer um balanço dos investimentos do governo Eduardo Campos em quatro anos e dizer que, além de ter investido mais de forma geral, ampliou significativamente as aplicações no setor de Saúde, Educação e Segurança Publica. E ainda que deu mais visibilidade a pontos como Suape e Compesa.

O exercício de 2010, no que diz respeito ao que foi orçado, fechou positivo em R$ 441 milhões graças a uma verba providencial de R$ 700 milhões que o Estado obteve com a venda da folha de pagamento dos servidores e da conta única. Na avaliação feita aos deputados pelo secretário da Fazenda, Paulo Câmara, o Estado gastou por conta porque já tinha previsão que, de alguma forma, o dinheiro da venda da conta dos servidores entraria no caixa.

Mas a equipe gastou mais energia na elaboração das tabelas comparativas entre os períodos de 2003/2006 ( Jarbas Vasconcelos) e 2007/2010 onde a gestão Eduardo Campos apresenta números mais robustos. Até porque, nesse período, o Estado, como o Brasil, cresceu mais, arrecadou mais e captou mais verbas de outras fontes. Na área de Educação a media de investimentos no segundo governo Jarbas (a preços corrigidos pelo IGP-DI) foi de R$ 64,6 milhões contra R$ 165,9 milhões de Eduardo Campos. Na de Saúde, a média de 2003/2006 foi de R$ 74 milhões contra R$ 165 milhões entre 2007 e 2010 e, finalmente, na de Segurança os números saíram de R$ 27,2 milhões para R$ 49,2 milhões. Em relação a Suape, a média no período sai de R$ 20,2 milhões para R$ 111,1 milhões. Foi na Compesa que o número cresceu significativamente. Eles saíram de R$ 30,1 milhões para R$ 254,3 milhões. Aquela briga com a Caixa custou caro.



Folha de Pernambuco
Economia
31/03/2011



Indústria recebe licença de instalação



A Agência Estadual de Meio Ambiente concedeu ontem a licença de instalação da indústria de navios a se instalar no Complexo Industrial Portuário de Suape. O Promar já assinou contrato com a Transpetro, subsidiária da Petrobras, para a construção de oito navios gaseiros, orçados em US$ 536 milhões, por meio do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). São esperadas dez mil pessoas trabalhando nas obras. A previsão é de que a primeira embarcação seja entregue em dezembro do próximo ano, mas a administração de Suape ainda está licitando a dragagem do estaleiro.


O Promar deve ficar pronto em um ano após o início das obras, com investimento de R$ 300 milhões. Para entrar em funcionamento e começar a fabricar os navios, o empreendimento ainda precisa receber a licença de operação, também emitida pela CPRH. Ele ocupará uma área aproximada de 80 hectares na Ilha de Tatuoca. O Estaleiro Atlântico Sul (EAS), por sua vez, já lançou ao mar, em 2010, a embarcação João Cândido, depois de 14 anos em que a indústria naval brasileira ficou parada. A entrega do segundo navio ocorrerá em breve e o EAS tem outros 20 a serem construídos para a Transpetro.


Capacitação para mão de obra de Suape
Governo de PE negocia implantação de Centro de Excelência Industrial

O Governo do Estado está negociando a implantação de um Centro de Excelência Industrial para capacitar a mão de obra dos empreendimentos no Complexo Industrial Portuário de Suape e entorno. O primeiro avanço será a oferta de cursos de pós-graduação nas áreas de construção e montagem. A previsão é que as aulas tenham início em maio deste ano, nos laboratórios do Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep), com o preenchimento de aproximadamente 30 vagas. Também deve ser fechada uma especialização na área de manutenção na indústria.


“A carga mínima do curso é de 360 horas, mas o profissional de engenharia poderá optar por participar de módulos no setor que resolveu focar, como a soldagem, por exemplo. É provável que o Estado ofereça bolsas de estudo, onde o aluno será submetido a um processo seletivo”, pontuou o coordenador do projeto na Secretaria de Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Sectec), professor Ilo Cardoso. A proposta foi feita pela Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção (Abendi). A legalização depende de avaliações pedagógicas e financeiras a serem submetidas à Universidade de Pernambuco (UPE).



“Quando os grandes empreendimentos estiverem operando, teremos muita corrosão e danos aos equipamentos. É onde entra a gestão da planta e de logística, que será a segunda etapa desse processo. Por enquanto, temos, principalmente, soldagem e corte de chapa”, elencou Cardoso. A Abendi já tem uma parceria similar junto à Universidade Federal Fluminense, no Rio de Janeiro, onde, segundo o professor, há o único curso de pós-graduação em construção e montagem da América Latina. Em Pernambuco, a discussão para a implantação do Centro de Excelência começou no ano passado.



Diário de Pernambuco
Diário econômico
31/03/2011

Estado pode receber filial da WDM Montagem
Empresa de soldagem em ligas especiais está de olho em clientes das áreas de petróleo, gás e naval e offshore


Achegada de empresas das áreas de petróleo, gás, naval e offshore a Pernambuco abre um novo nicho de mercado: o de soldagem em ligas especiais. De olho nesse potencial, o grupo carioca WD estuda a instalação de uma filial no estado para melhor atender a seus clientes. A WDM Montagem, especializada em serviços de montagens industriais e capacitação de soldadores, já presta serviços ao Estaleiro Atlântico Sul e quer ampliar sua área de atuação.


´Pernambuco é uma estrela para esse mercado. Estamos fazendo investimento em pessoal de apoio para montar uma filial no estado`, diz o diretor Gabriel Pinton. Ele conta que o WD Group já chegou a ter uma estrutura no Recife que foi desmobilizada por questões operacionais. ´Preferimos instalar nossa base dentro do próprio estaleiro, em Suape, mas temos interesse em abrir uma filial o quanto antes. Já temos um gerente e um preposto trabalhando no Recife`.


A filial dependerá apenas da evolução dos negócios, dada como certa.Para o EAS, a WDM faz soldagem em inconel 625, uma liga especial feita de níquel, cromo e molibdênio, para o casco da plataforma P-55, encomendado pela Petrobras. ´Estamos fazendo soldagem em inconel para o hard pipe da P-55, uma enorme tubulação que leva o óleo cru até a planta de processamento`, explica Gabriel.


Partes dessa tubulação estão sendo soldadas e montadas em um galpão da WD inaugurado em fevereiro deste ano no bairro do Bonsucesso, no Rio de Janeiro. A estrutura, que recebeu investimento de R$ 5 milhões, possui uma ´sala limpa` com equipamentos da austríaca Fronius. A capacidade é de 50 toneladas mensais em montagem de tubulações. ´No Brasil, as empresas especializadas em soldagem de ligas especiais produzem para si mesmas. Estamos oferecendo esse serviço ao mercado`, completa Gabriel Pinton.


A soldagem tradicional trabalha com o aço carbono. Já a soldagem de ligas especiais opera em materiais como cobre, alumínio, inox, inconel, duplex e superduplex. No galpão da WD no Rio são cerca de 20 pessoas trabalhando com essas ligas, entre soldadores, montadores e ajudantes. ´É uma soldagem mais criteriosa, os equipamentos são diferenciados e a mão de obra é melhor remunerada`.


O WD Group está há nove anos no mercado e já fez vários trabalhos para a Petrobras. São três empresas: a WDM, a WDT Engenharia (especializada em inspeção de soldagem e controle de qualidade) e a WDR (especializada em radiologia e gamagrafia industrial). Em 2010, o grupo faturou R$ 30 milhões e prevê para este ano um crescimento de 30%. ´O mercado está crescendo como um todo. Não apenas na área de petróleo e gás, mas também na indústria pesada e na siderurgia`, observa Gabriel Pinton.

Fim da greve na refinaria
Sindicato vai tentar negociar para que não haja descontos dos trabalhadores pelos dias parados


Após quase um mês chegou ao fim a greve dos trabalhadores que atuam na obra da Refinaria Abreu e Lima. Na manhã de ontem, eles decidiram retomar as atividades, no Complexo Industrial Portuário de Suape. O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Pesada (Sintepav-PE) tentará negociar para que não haja desconto dos dias parados.


Outras possibilidades, de acordo com a assessoria de comunicação do Sintepav-PE, são a diluição do desconto ao longo dos meses, levar a discussão para a data base de 1º de agosto, ou ainda compensar o tempo com mais uma hora de trabalho por dia.


Apesar de a paralisação ter sido decretada ilegal pelo Tribunal Regional do Trabalho 6ª Região, os trabalhadores ficaram satisfeitos com a decisão da Justiça de conceder as principais reivindicações da categoria: o reajuste da hora extra aos sábados, de 70% para 100%, e do vale alimentação de R$ 80 para R$ 160. As duas questões haviam entrado na pauta negociada pelo Ministério Público do Trabalho, que incluía outros onze itens.


Também reunido ontem de manhã, o Sindicato Nacional da Indústria de Construção (Sinicon) decidiu recorrer da decisão do TRT 6ª Região, logo após a publicação - o que deve acontecer até 12 de abril.


´Os contratos das empresas não comportam esses benefícios. Acreditamos que houve uma contradição. Não concordamos porque acreditamos que isso vai de encontro ao Artigo 114 da Constituição, que diz que quando existe convenção coletiva vigente, o que foi negociado deve ser respeitado`, explicou a advogada do Sinicon, Margareth Rubem.


Ao todo, os operários da obra da Refinaria Abreu e Lima ficaram em greve por 18 dias, levando em consideração a greve iniciada pelos 4.822 trabalhadores do consórcio Rnest/Conest, até a adesão dos funcionários dos demais consórcios (cerca de 30 mil pessoas), no último dia 22. A refinaria tem um custo de R$ 23 milhões. Mesmo admitindo revisão no custo da obra, a Petrobras descarta atraso no cronograma.

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Notícias do dia
01/04/2011



Folha de Pernambuco
Economia
01/04/2011



MONTADORA -

Fornecedor conhece potencialidades de PE


ANDRÉ CLEMENTE



A fábrica da Fiat deu ontem mais um passo para suas atividades em Pernambuco. Em fórum promovido pela própria montadora para a sua cadeia de 50 fornecedores, a pauta principal foi mostrar como o Estado e suas perspectivas podem ser positivos para eles atuarem. Cerca de 140 fornecedores de sistemas de autopeças para a Fiat também estiveram presentes.


O secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio, fez uma breve apresentação do momento econômico vivido em Pernambuco, detalhando as potencialidades do Estado e o Complexo de Suape, as obras estruturadoras que estão em andamento, além das ações e dos resultados do Governo do Estado, nas áreas econômica e social, obtidos nos últimos quatro anos. Também representando o Governo de Pernambuco, participaram do encontro o vice-presidente do Complexo Industrial e Portuário de Suape, Fred Amâncio, e o secretário Executivo de Desenvolvimento de Negócios, Roberto Abreu e Lima.



Segundo Amâncio, por se tratar de uma apresentação apenas, não foi possível sentir se os fornecedores se manifestarão positivamente, já que a Fiat está na fase de desenvolvimento do projeto da fábrica de Pernambuco e identificando quais e quantos fornecedores de autopeças serão convidados a participar na sua primeira fase. “Trata-se do início dos trabalhos de atração. O passo seguinte é a reunião com os fornecedores individualmente, de onde teremos um feedback mais concreto”, destaca. “Onde a Fiat está é de interesse de seus fornecedores acompanhá-la. Temos ideia de alguns em potencial, mas não dá pra estimar”, diz.



Para Geraldo Júlio, a ideia foi reafirmar a disposição do Governo em atrair empresas da cadeia automobilística. “É muito importante fortalecer a parceria já iniciada com a Fiat e estender a cadeia de fornecedores da empresa. O intuito é formar um Polo Automobilístico de última geração em Pernambuco”, diz. “A fábrica da Fiat é o projeto privado mais inspirador em curso no País”, conclui o secretário.



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco do Nordeste (BNB) aproveitaram a participação no evento para apresentar as linhas de crédito específicas para as indústrias de autopeças.





Mais R$ 40 mi para desapropriações
Valor é estimado para 500 ações indenizatórias da Transnordestina


As desapropriações referentes à ferrovia Transnordestina em Pernambuco estão avançadas, mas não vão de vento em popa como tanto se falava. Serão necessários mais recursos do que os que foram empregados até agora para concluir o trecho que passará por Suape. O Governo do Estado elaborou estudos preliminares em que solicita um desembolso entre R$ 30 milhões e R$ 40 milhões para cerca de 500 ações indenizatórias. Mais de 90% dos processos ajuizados, da divisa do Piauí a Ribeirão, já fo­ram concluídos. Eles so­mam R$ 20 milhões e mais de dois mil laudos. Este percentual foi repassado durante muito tempo como se contemplasse todo o traçado pernambucano.


O levantamento foi entregue ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), com quem o Governo firmou convênio em 2009 para dar celeridade às desapropriações. As ações ficam a cargo da Procuradoria-geral do Estado, mas a verba é da União. “O valor é quase o dobro porque quanto mais perto se chega do Litoral, o preço de mercado sobe. O custo é bem maior do que no Sertão, apesar de as áreas terem menos proprietários“, disse o secretário Executivo de Projetos Estruturadores da pasta estadual de Desenvolvimento Econômico (Sdec), Sidnei Aires, após participar de uma audiência pública na Assembleia Legislativa (Alepe).



A expectativa é que o Dnit se posicione sobre o aditivo até abril, quando o Governo Federal também pretende se pronunciar sobre um pedido de revisão de preços da ferrovia, reivindicada pela Transnordestina Logística S.A. (TSA), que está à frente das obras. Cada quilômetro dos 1.728 está avaliado em R$ 2,9 milhões, quando as grandes malhas ferroviárias estimam um orçamento médio de R$ 5 milhões. O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, chegou a afirmar que o empreendimento ficaria em torno de 15% acima dos R$ 5,4 bilhões previstos.



O trecho em que as desapropriações ainda não foram iniciadas tem cerca de 200 quilômetros e passa por Água Preta, Ribeirão, Escada e Cabo de Santo Agostinho. A proposta da chegada em Suape teve que ser alterada porque a planejada anteriormente continha uma série de problemas, como o cruzamento por um açude e por uma linha de transmissão da Chesf.



“O projeto conceitual cometeu inúmeros equívocos com os quais só nos deparamos quando chegamos no projeto executivo. Revisitamos todos os traçados e alguns foram alterados”, explicou o diretor de Negócios da TSA, Marcelo Marques. Apesar da reivindicação de algumas prefeituras, o traçado não será mexido de novo, pois o orçamento da ferrovia está fechado.

Empresa devolverá duas linhas cedidas pela União


A Transnordestina Logística S.A. (TSA) está formalizando junto à Agência Nacional de Transportes (ANTT) a devolução de duas linhas férreas cedidas pela União quando a empresa ficou habilitada a realizar a obra. Dois trechos que não puderam ser reutilizados estão desativados há mais de 12 anos e mesmo assim a TSA tem um custo de R$ 50 mil por mês só com vigilância para evitar o roubo de trilhos. As áreas ficam em Mossoró e entre o Cabo de Santo Agostinho e Salgueiro. O traçado tem em torno de 580 quilômetros de extensão.


“É uma devolução motivada por substituição. Estamos construindo uma ferrovia muito melhor e com outra tecnologia”, apontou o diretor de Negócios da TSA, Marcelo Marques. A TSA tem 11 locomotivas alugadas e 89 da frota antiga. Outras 50 estão em processo de compra. O executivo adiantou que o cronograma físico de implantação da Transnordestina está apenas 5% atrasado em Pernambuco. No segmento mais avançado, entre Missão Ve­lha, no Ceará, e Salgueiro, quase 40 quilômetros de trilhos foram colocados. “Não há paralisações significativas, salvo um momento ou outro”, ressaltou o executivo. A operação segue prevista para 2013.



A TSA tem interesse em um ramal ferroviário em Petrolina e que está sendo negociado pelo Estado. O investimento seria na ordem de R$ 700 milhões, valor não incluído no orçamento da ferrovia Transnordestina. O governador Edu­ardo Campos também está atrás de recursos para a Linha Sul, que vai até Alagoas e foi destruída pelas chuvas no ano passado.


Plataforma em Salgueiro pode ser porto seco



A Plataforma Logística Multimodal Miguel Arraes, que será erguida em Salgueiro, pode se tornar uma espécie de filial do Complexo Industrial Portuário de Suape e até levar a “marca” do terminal portuário. De acordo com o secretário Executivo de Desenvolvimento Econômico, Sidnei Aires, a intenção é atrair para o Sertão os grupos que estão instalados no Porto. Algumas empresas já teriam demonstrado interesse em abrir filiais. Para o Terminal de Veículos Automotores, a General Motors (GM), que já possui Centro de Distribuição (CD) em Suape, aparece como potencial cliente. Notícias de bastidores também revelam o interesse da Fiat, montadora italiana com projeto fabril em Pernambuco.


“O Porto de Roterdã, na Holanda, tem portos secos espalhados pela Europa. A ideia é fazer o mesmo aqui. A carga que Suape pega hoje de caminhão poderá levar de trem e distribuir no Interior. A ideia é trazer investimentos privados por meio de arrendamentos. O Estado só vai preparar a infraestrutura. Temos que apresentar Pernambuco com esta solução logística integrada”, pontuou Sidnei Aires. A Plataforma terá áreas para terminais de contêineres e de granéis líquidos.



O Governo do Estado tem o objetivo de construir outros empreendimentos similares no Interior interligados à ferrovia Transnordestina, mas as cidades ainda não foram fechadas. Além destes locais de carga e descarga, o traçado da Transnordestina terá pátios de cruzamento a cada 30 quilômetros. “É uma linha alternativa para que o trem no outro sentido passe. Ela também servirá para a movimentação de cargas, com armazéns, CDs e terminais de tancagem, desde que isso se justifique”, observou o diretor de Negócios da Transnordestina Logística, Marcelo Marques.


Lideranças perdem força



As recentes greves ocorridas no Estado estão servindo como uma espécie de teste para as lideranças sindicais. O fato é que os trabalhadores estão impondo suas vontades e não apenas aceitando o que é imposto pelos sindicatos, que estão rachados. No caso da greve na Refinaria Abreu e Lima e da PetroquímicaSuape, duas grandes obras que estão sendo tocadas no Porto de Suape, o Sintepav, entidade que representa a categoria, montou a estratégia jurídica e defendeu os trabalhadores judicialmente, mas o corpo a corpo com os funcionários foi realizado pela Federação e Confederação dos Trabalhadores na Construção Pesada e pela Força Sindical. Houve momentos, inclusive, em que os trabalhadores rejeitaram acordos negociados pela comissão de representantes. Ontem, outro sinal de que as lideranças estão perdendo força. Os metalúrgicos que trabalham na Codistil realizaram uma mobilização sem o apoio da presidência do sindicato dos metalúrgicos. O motivo? Segundo os trabalhadores, as negociações estavam demorando muito. Agora, é bom lembrar que fazer greve não é apenas cruzar os braços. O movimento grevista só é válido quando se cumpre uma série de exigências previstas em lei. E os sindicatos são os responsáveis por esta etapa.


Foi dado o alerta


A Transnordestina espera começar a operar o trecho Salgueiro/Suape no primeiro semestre de 2013. Mas, para isso, precisa finalizar as desapropriações das áreas localizadas nos municípios do entorno do Porto de Suape. E este processo ainda nem teve início. Isso porque os projetos que determinam os locais que devem ser retirados foram alterados e os reajustes foram apresentados apenas esta semana. Isso não quer dizer que o início das operações será adiado, mas o sinal amarelo foi aceso.


Diário de Pernambuco
Diário econômico
01/04/2011


Estaleiro Promar // Obras podem ser iniciadas


Vai começar a construção do segundo estaleiro pernambucano. A Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH) liberou na quarta-feira a licença de instalação (LI) para o Estaleiro Promar, que tem como sócios o grupo coreano STX (STX Brazil Offshore) e a brasileira PJMR. A previsão é a de que a construção demore 28 meses, com investimento de R$ 300 milhões.


O Promar venceu a licitação para construir oito navios gaseiros para a Petrobras Transporte (Transpetro), dentro do seu Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Uma encomenda de quase R$ 1 bilhão, com perspectiva de gerar 10 mil empregos diretos e indiretos até 2015. A primeira embarcação deverá ser lançada ao mar já em 2012. Inicialmente, o estaleiro estava previsto para o Ceará mas, por falta de uma área adequada, acabou vindo para Pernambuco.


A reportagem tentou, sem sucesso, entrar em contato com um dos representantes do novo estaleiro para saber quando, efetivamente, deve ser iniciada a construção do empreendimento. Mas não deve demorar. A expectativa dos empreendedores era iniciar as obras ainda em fevereiro, entretanto a CPRH tinha até 90 dias para analisar o pedido da LI, prazo que só expiraria no dia próximo dia 7.


Segundo um documento elaborado pela Moraes & Albuquerque Advogados e Consultores, complementar ao Relatório de Impacto Ambiental (Rima), o Promar vai ocupar 97,40 hectares na Ilha de Tatuoca, numa área vizinha à do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), já em operação em Suape. Dezessete hectares terão que ser dragados para conformação do canal de navegação, obra sob a responsabilidade da empresa Suape. Os recursos - R$ 108 milhões - já estariam assegurados junto à Secretaria Nacional dos Portos e vão atender também à necessidade de ampliação do EAS.


Ainda de acordo com o documento, o Promar terá capacidade para processar 30 mil toneladas anuais de aço, ocupando inicialmente 45 dos seus 97,40 hectares. Para se ter uma ideia, a capacidade de processamento de aço do EAS é de 160 mil toneladas de aço/ano. Está prevista a geração de mil empregos diretos na construção civil e montagem dos equipamentos e as primeiras chapas de aço devem começar a ser cortadas ainda este ano. (Micheline Batista)


Santo Antônio // Proposta para fim da greve


Brasília - Representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da construtora Odebrecht discutiram ontem propostas para serem levadas à assembleia dos trabalhadores da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, em Rondônia. Os operários estão parados há duas semanas, por causa da onda de protestos que começou no canteiro de obras da Hidrelétrica Jirau, também no Rio Madeira. A expectativa, segundo o presidente da CUT, Arthur Henrique, é que os trabalhadores aceitem o que foi discutido hoje entre sindicalistas e empresários e encerrem a paralisação.

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02/04/2011


Jornal do Commercio
Economia
02/04/2011

PESQUISA EMPRESAS & EMPRESÁRIOS
Suape além da era do petróleo

Complexo pode contribuir para Pernambuco enfrentar, no futuro, a fase em que o petróleo deixará de mover a economia


Locomotiva do desenvolvimento econômico do Estado, o Complexo Industrial Portuário de Suape está mobilizando recursos que vão permitir a Pernambuco triplicar o PIB até 2030. Apesar de vislumbrar esse cenário de prosperidade, analistas também projetam uma preocupação: nas próximas décadas o petróleo deixará de ser a grande mola que impulsiona a economia, por ser uma fonte de energia finita e pelos problemas ambientais que provoca. Dentro dessa perspectiva, qual o futuro de Suape? Afinal, boa parte de seus investimentos são baseados na indústria petrolífera, como a Refinaria Abreu e Lima, as empresas petroquímicas e até o Estaleiro Atlântico Sul, que fornece navios para a Transpetro.

A resposta a essa indagação é um dos temas estudados pela 11ª edição da Pesquisa Empresas & Empresários, realizada pela TGI e Instituto da Gestão (INTG), em parceria com as consultorias Ceplan e Multivisão.“Pernambuco pegou o último vagão do trem da Era do Petróleo”, constata a consultora Tania Bacelar, sócia da Ceplan. Francisco Cunha, sócio da TGI, acrescenta que alguns estudos consideram que essa era se finda em 30 anos, outros, em 50.

Mas ambos os consultores defendem a importância da instalação do setor petrolífero no Estado, em razão do grande volume de recursos que injetará na economia local. “Pernambuco fará uma grande poupança, porque o petróleo será o que foi o açúcar, isto é, vai financiar a nova etapa de desenvolvimento”, prevê Cunha. Algo semelhante acontecerá no cenário nacional com a exploração das gigantes reservas na camada do pré-sal.

Na verdade, será uma poupança e tanto, pois os números dos projetos impressionam. Somente a refinaria alvo de investimentos de US$ 13,4 bilhões, em operação terá 1.500 funcionários. A PetroquímicaSuape vai demandar investimentos de R$ 4,9 bilhões para produzir 700 mil toneladas de ácido tereftálico (PTA) por ano, 240 mil toneladas anuais de filamentos e polímeros de poliéster, 450 mil toneladas de resina PET e vai gerar 1.800 empregos diretos.

Já o estaleiro, resultado de investimentos de R$ 2 bilhões, gera 6 mil empregos diretos na sua operação. Atualmente tem a demanda para a construção de 22 navios, sete sondas de perfuração e o casco da plataforma P-55.

SETOR TERCIÁRIO

Investir parte dessa riqueza no setor terciário, segundo Cunha, é uma das soluções para manter o desenvolvimento na era pós-petróleo. Algo que já ocorre em economias modernas, onde áreas como a de serviço respondem por mais da metade do PIB. O consultor da TGI lembra que gigantes do setor petrolífero já vêm fazendo esse movimento. “A indústria do petróleo do Estado do Texas (EUA) investe na cidade de Houston como um grande centro médico e de pesquisa mundial, e Dubai quer se transformar em centro financeiro, uma espécie de Suíça do Oriente”, exemplifica.

Na verdade, uma das consequências naturais dos investimentos estruturadores será o aumento da demanda por serviços educacionais, médicos, advocatícios, entre outros. “Precisamos aproveitar essa oportunidade e investir, por exemplo, em tecnologia de ponta e pesquisa em saúde já que temos um polo médico importante”, analisa Cunha, apontando ainda a economia criativa como outro setor promissor e que já vem apresentado avanços com a produção de softwares pelo Porto Digital. A rica e diversificada cultura pernambucana, segundo o consultor, pode funcionar como alimento da economia criativa, desde que sintonizada com as novas demandas e tecnologias. “Isso inclui a própria indústria do Carnaval.”

A ascensão dos serviços não significa, porém, que o setor industrial não será importante. Nas chamadas economia maduras ele representa cerca de 30% do PIB. “Não se pode abrir mão da indústria porque ela envolve uma produção de riqueza necessária para qualquer economia”, salienta Cunha.

Por essa razão, o complexo de Suape manterá a sua importância já que abriga mais de 100 empresas de áreas diversificadas, como a automobilística (com a montadora Fiat e as empresas de auto-peças), alimentícia (Bunge), eólica (Impsa e Gonvarri) e o estaleiro EAS, que poderá ampliar sua produção para além dos navios petroleiros. O próprio porto tem tudo para ter longa vida, já que investe pesado em tecnologia, condição para manter-se competitivo. “Ele continuaria sendo um hub port (porto concentrador de cargas) do Nordeste e vai permitir transformar Suape num polo exportador”, analisa Francisco Cunha.

No ano passado, o Porto de Suape apresentou o mais elevado crescimento em volume de carga (16,34% em relação a 2009), superando o de Santos, o maior porto do Brasil. Um dos responsáveis por essa performance foi o Terminal de Contêineres de Suape (Tecon), que está ampliando a sua capacidade de movimentação de carga. “Essa ampliação será de 400 mil para 700 mil TEUs anuais até o final de 2011 através de fortes investimentos que estamos realizando”, informa Sérgio Kano, presidente do Tecon.

Nos cenários para o futuro projetados pelos analistas a preservação ambiental é outra preocupação. Antenadas com o problema, empresas como a Refinaria Abreu e Lima investem em ações sustentáveis. “A Rnest será a primeira unidade da Petrobras a adotar o sistema Snox, capaz de reter o enxofre e o nitrogênio emitidos nos processos de refino”, explica o presidente da refinaria Marcelino Guedes.

A movimentação de navios petroleiros é outra preocupação ambiental. “Estamos discutindo com a Petrobras a instalação de um Centro de Defesa Ambiental no complexo para evitar possíveis vazamentos de petróleo”, adianta o vice-presidente de Suape, Frederico Amâncio.

Empresa de PE não participa do boom


“Suape chegou a Pernambuco, mas Pernambuco não chegou a Suape.” A frase de Luiz Otávio Cavalcanti, diretor da Faculdade Santa Maria, retrata o desafio dos empresários pernambucanos de participar das cadeias produtivas dos empreendimentos estruturadores. Por ter enfrentado um período de desindustrialização e não ter tradição em áreas como petróleo, gás, offshore e naval, o setor produtivo local acaba não tendo conexão com as grandes plantas de Suape.

“É preciso habilidade tecnológica para atender a demanda de bens e serviços dessas empresas”, defende. Cavalcanti, que já foi secretário estadual da Fazenda e do Planejamento, acredita que a solução passa por uma interação entre governo e empresário.

Para fazer frente ao problema, o governo do Estado corre contra o tempo e vem realizando algumas ações. Uma delas foi o estudo Mapeamento das Oportunidades de Negócios das Demandas dos Empreendimentos Estruturadores. Trata-se de um levantamento realizado por Fiepe, Sebrae e Suape, em parceria com a empresa alemã GTZ, que traz nada menos que 300 chances de negócios para pequenos e médios empresários interessados em participar do complexo. “Esse material está sendo divulgado em seminários com as pequenas e médias empresas”, informa Sílvio Leimig, diretor do Fórum Suape Global. Já as grandes, segundo Leimig, estão sendo incentivadas a encontrar parceiros nacionais e estrangeiros para aporte de tecnologia.

Além desse incentivo às empresas pernambucanas, o Suape Global atrai companhias nacionais e estrangeiras. O objetivo é transformar Pernambuco num polo provedor de bens e serviços da indústria de petróleo, gás, offshore e naval. Hoje há 102 empresas em operação no complexo, 30 em implantação. Na área de abrangência do fórum são 24 novas empresas, totalizando U$ 1,58 bilhões e geração de 12 mil empregos diretos e 22 mil indiretos. “Toda semana recebemos uma média de quatro representantes de empresas interessados em se instalar no complexo”, salienta Leimig.


Tecon Suape prevê 400 mil em 2011


O Tecon Suape está completando 10 anos em 2011 e aposta que rompe a marca de 400 mil contêineres. A empresa aprovou um plano de investimentos de mais de R$ 50 milhões para aumento da capacidade de movimentação de 450 mil para 700 mil teus/ano. Em 2010 o Tecon Suape foi o terminal com maior crescimento no País (35% sobre 2009), chegando a 340,5 mil cofres de carga. Curiosamente em 2009 o IFC do Banco Mundial estimou que esta movimentação seria atingida em 25 anos. O Tecon Suape fez em 9.

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Notícias do dia
04/04/2011


Portos e Navios
04/04/2011


Estaleiro recebe licença ambiental em Pernambuco


Noticiário cotidiano - Indústria naval e Offshore


04.04.2011 - O estaleiro Promar, que pretendia ser instalado em Fortaleza, recebe licença ambiental para ser instalado na região de Suape, Pernambuco. O investimento do polo naval fica em torno de R$ 300 milhões



O estaleiro que foi impedido de ser instalado em Fortaleza recebe licença ambiental para ser implantado em Suape, Região Metropolitana de Pernambuco. O investimento do polo naval fica em torno de R$ 300 milhões e as obras podem começar nos próximos dias



O Estaleiro Promar recebeu licença da Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH) para se instalar em Suape, Região Metropolitana de Pernambuco. A licença estava inicialmente prevista para ser entregue em fevereiro, mas ainda foi emitida antes do limite de prazo jurídico, sete de abril.



A licença foi emitida na semana passada. O POVO apurou que a licença para implantação do Estaleiro Promar foi impugnada pelo Ministério Público Federal. O espaço que receberá o estaleiro estava previsto para receber rodovias e não um polo naval. “Não se trata de um impacto ambiental de estradas, mas de um polo naval, que e muito maior”, disse uma fonte ao O POVO.


O investimento para instalação do Estaleiro Promar fica na ordem de R$ 300 milhões, incluindo construção de mais cinco empreendimentos navais, terminal de minério de ferro e ampliação do terminal de contêineres. Na primeira etapa do empreendimento, serão construídos oito navios gaseiros, usados para transporte de gases liquefeitos. Sem precisar a data, o executivo da PJMR, empresa sócia do Estaleiro Promar, Paulo Haddad, afirmou que as obras devem começar “já nos próximos dias”.

Novela


A novela da instalação do estaleiro Promar teve início em Fortaleza, no primeiro bimestre do ano passado e se arrastou por três meses. O governador Cid Gomes queria trazer o empreendimento para o Estado, mas a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins se posicionou contra.


O argumento da prefeita é que o estaleiro traria à cidade um impacto ambiental e urbano negativo e o local onde seria instalado, o Titanzinho, tem um projeto urbano para ser implantado. Até hoje o projeto de urbanização da localidade permanece apenas no papel.



Paulo Haddad, diz em se tratando de burocracia para aquisição da licença ambiental, “os dois locais apresentaram as mesmas condições”. “O problema (em Fortaleza) foi uma questão política. A cidade estava se preparando para desenvolver um potencial turístico, e não industrial”, completa o empresário.

Dois dias depois de por um ponto final na possibilidade de instalar o Promar em Fortaleza, foi anunciada a cidade de Suape como sede do empreendimento. Com o objetivo de reduzir a burocracia para obtenção de licenças ambientais, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, sancionou a Lei de Licenciamento Ambiental. A lei amplia a atuação da Agência Ambiental e trata de infração e sanção administrativa. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado de Pernambuco em dezembro.


O quê ?

ENTENDA A NOTÍCIA

A licença ambiental é um dos maiores empecilhos para construção de empreendimentos de grande porte, que causam grande impacto no ambiente natural e urbano. A emissão dessa licença é um importante passo para iniciar as operações.

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Notícias do dia
05/04/2011



Jornal do Commercio
Economia
05/04/2011



Grupo espanhol quer construir em Suape
Empresários do grupo espanhol Teyco estiveram ontem no Recife. Vieram para conhecer as potencialidades do Estado como polo de investimentos.

Com know how na área da construção civil, a empresa está se fixando nas obras do Complexo Portuário de Suape, da Copa do Mundo de 2014 e da fábrica da Fiat.

O grupo vem na companhia do deputado Betinho Gomes (PSDB-PE) e deve visitar prefeituras e também órgãos do governo estadual para apresentar seu portfólio.



Diário de Pernambuco
Diário econômico
05/04/2011


Nordeste no centro do pré-sal
Perspectivas de muitos negócios se abrirão, já que a região ficará com 78% da nova capacidade de refino do Brasil


As novas bases para o soerguimento da economia do Nordeste foram lançadas desde a decisão estratégica da Petrobras de investir pesado em novas plantas de refino na região. Primeiro foi a construção da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), obra iniciada em 2007, em Pernambuco, onde serão aplicados até a conclusão R$ 23 bilhões. Em seguida vieram os projetos das refinarias Premium I (R$ 40 bilhões), no Maranhão e Premium II (R$ 22 bilhões), no Ceará, que estão na fase inicial de implantação, além da ampliação em 2010 da refinaria Clara Camarão (RN). ´Nada menos que 78% da nova capacidade de refino sairá do Nordeste. Esta é uma grande oportunidade para todos`, lembrou o gerente-executivo de Programas de Investimento da área de Abastecimento da Petrobras, Luiz Alberto Domingues.


O debate sobre este novo cenário econômico foi estimulado pelos Diários Associados, que promoveu, no último dia 29 de março, o seminário ´O Nordeste e o pré-sal`. O evento teve o patrocínio da Petrobras e a participação de especialistas e representantes das federações das indústrias de Pernambuco e da Paraíba. O objetivo da companhia petrolífera para os próximos anos é a autossuficiência do Brasil também no refino: hoje, o consumo é 8% maior do que a quantidade de produtos que saem das refinarias.


A previsão é de que, em 2020, essa situação se inverta e a demanda pelos derivados de petróleos seja de 2,79 milhões de barris/dia; enquanto o volume processado será de 3,16 milhões, 13,2% maior. Este cenário inclui as perspectivas positivas de o consumo de combustíveis continuar crescendo até em função dos dois grandes eventos internacionais que o Brasil se prepara para promover: a Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas (2016).


´O esforço da Petrobras é o esforço do Brasil, que vai demandar muita atividade industrial e muito emprego. Pernambuco está se especializando no polo naval para atender esta demanda. Os demais estados devem se especializar em outras áreas para aproveitar esta oportunidade para o país inteiro a partir da regionalização das perspectivas`, completou Domingues.


O investimento nas novas refinarias visa ainda afastar qualquer risco da maldição do petróleo, que impede o desenvolvimento integral de países produtores. ´Quando investimentos nas refinarias no Nordeste, estimulamos a competitividade para ter um desenvolvimento sustentável. Não queremos ser apenas exportador de matéria-prima. Com o refino agregamos valor ao petróleo e podemos contribuir para a redução das desigualdades regionais`, completou o o gerente-executivo de Programas de Investimento da área de Abastecimento da Petrobras.


Os esforços da Petrobras rumo à autossuficiência no refino começaram nos anos 2000, com a modernização das instalações já existentes, construídas a partir dos anos 60 do século passado. Agora, chegou a vez da ampliação do parque de processamento do petróleo. A Abreu e Lima, vai refinar 230 mil barris por dia, a partir de 2013. A Premium I mais 600 mil barris por dias e Premium II, outros 300 mil barris por dia.


Com as novas usinas, o parque de refino da Petrobras passará de 11 para 14 unidades. Outros investimentos significativos estão sendo feito na área petroquímica, cuja matéria-prima também é o óleo: o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e a PetroquímicaSuape (em Pernambuco).


Cenário de desafios e crescimento
Prominp aumenta a participação da indústria local e regional na cadeia de petróleo e gás



Certificação e qualificação profissional são os caminhos para as empresas e os trabalhadores se habilitarem a integrar a Cadeia Nacional de Fornecedores de Bens e Serviços da Petrobras. Diante desse cenário de desafios e oportunidades foi criado o Prominp - Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural - com o objetivo de aumentar a participação da indústria nacional de maneira competitiva e sustentável.


Para traduzir os investimentos do setor em geração de emprego e renda para o país foi criado o Portal do Fornecedor, um canal onde os empresários interessados em integrar essa rede podem se cadastrar e se informar sobre a demanda real da companhia em produtos e serviços. No site constam informações como as listas de bens e as de serviços de interesse da Petrobras, inclusive com antecipação das demandas. "O portal é uma importante vitrine para as empresas. Além de terem acesso a informações sobre as necessidades da cadeia", destaca Marco Antonio Petkovic, gerente de Relações Institucionais da Refinaria Abreu e Lima.


Em Pernambuco, nos últimos dois anos, foram realizadas duas grandes rodadas de negócios, envolvendo mais de 600 empresas, que geraram expectativas de contratos da ordem de R$ 120 milhões. Estão previstas a realização de novas rodadas de menor porte, sendo pelo menos uma ainda neste ano. Elas adquiriram novos formatos como, por exemplo, a realização de encontros de menor porte em eventos, sempre buscando ampliar o número de empresas inscritas no cadastro de fornecedores da Petrobras.


O convênio da refinaria com o Sebrae inclui, hoje, 20 projetos no país que, de forma sistematizada, visam promover capacitação, treinamento, orientação para cadastramento, desenvolvimento tecnológico, acesso a serviços financeiros, participação em feiras e eventos. "Estamos estimulando as empresas pernambucanas a se cadastrarem e até realizando ações para ajudar essas instituições nesse processo. E, apesar do número ainda ser baixo, 44 empresas cadastradas, até dois anos atrás eram apenas 21 eno meio de 2010 tínhamos 29. Estamos avançando", avalia Petkovic.


Também é possível fazer um pré-cadastramento, onde é informada a existência da empresa e que ela está regular com as obrigações fiscais. Com isso é gerado um registro local que dá direito a participar de contratos de até R$ 150 mil. Para contratos maiores, é preciso dar sequência ao cadastramento comprovando a qualidade do serviço. Para isso é necessário apresentar certificações, como a ISO 9000, que comprovem as qualificações exigidas.


Para preparação de mão de obra, Petkovic ressalta que oito mil pessoas já foram capacitadas pelo Prominp, mas voltado para o setor de metal mecânica, e pelo Planseq - Plano Setorial de Qualificação Profissional, voltado para construção civil, em Pernambuco. E que somente neste ano deverão se formar mais 6.180 profissionais, sendo que dois mil desses já começaram os cursos. Só para se ter uma ideia da procura por estes cursos, na última seleção, para o 5º Ciclo, se inscreveram mais de 65 mil pessoas.


Os cursossão oferecidos para os três níveis de educação formal: ensino fundamental, médio e superior. Os alunos selecionados que estiverem desempregados ainda têm direito a uma bolsa com valores que variam de acordo com o nível escolar. "O curso não garante a contratação da pessoa, mas orientamos as empresas parceiras a procurarem mão de obra no nosso site. Ao concluir o curso, automaticamente o profissional terá seu currículo cadastrado lá", orienta o gerente da Petrobras.


Muitas opções para se tornar fornecedor
Petrobras estimula empresários a se prepararem para prestar serviços e vender produtos



Mais do que um mar, os investimentos na área de petróleo e gás no Nordeste abrem um oceano de oportunidades de emprego e renda. A partir das descobertas de até 16 bilhões de barris de petróleo na camada do pré-sal, o Brasil vai dobrar a produção nos próximos anos. Entre 2010 e 2014, a Petrobras prevê investimentos de nada menos que R$ 362 bilhões, com foco voltado para extração e refino dos derivados do petróleo, sem perder de vista a produção de energias de fontes renováveis. Até 2020, serão aplicados mais de R$ 600 bilhões. Deste total, são esperados pelos menos R$ 120 bilhões para o Nordeste. Montante capaz de mudar os rumos da economia e reduzir as disparidades regionais.


Para atender toda cadeia produtiva do setor, que inclui ainda a construção de navios e plataformas de perfuração de poços em águas profundas, a estatal estimula a habilitação das empresas para se tornarem fornecedoras de produtos e serviços. As oportunidades são amplas e variadas. Dos micro e pequenos empreendedores aos grandes empresários. ´Nós garantimos a compra. Vocês estão desafiados a encarar os riscos e nos atender`, destacou o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, durante a primeira reunião estratégica em Pernambuco neste ano, para o desenvolvimento da Cadeia Nacional de Fornecedores de Bens e Serviços da Petrobras. O evento, que reuniu 150 empresários, foi realizado no dia 21 de março, no Recife, e contou com a participação do governador Eduardo Campos (PE).


Só em Pernambuco, serão pouco mais de R$ 29 bilhões em investimentos da estatal, concentrados na Refinaria Abreu e Lima e no Polo Petroquímico, ambos no complexo industrial e portuário de Suape. Tem ainda as compras de navios e plataformas que a Transpetro, subsidiária da Petrobras, está realizando com o Estaleiro Atlântico Sul (já em funcionamento) e o Promar (que está iniciando a implantação). A ideia é concentrar esforços para que mais empresas nacionais, regionais e estaduais participem desse movimento econômico e garantam espaço para progredir.


Qualidade é a palavra chave neste setor, onde a concorrência é mundial. ´É preciso ter uma visão nacional da cadeia e valorizar as competências locais, mas ter consciência de que a concorrência é global`, alertou o coordenador-geral das Indústrias de Transporte Aéreo, Aeroespacial e Naval do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e do Comércio Exterior (MDIC), Carlos Macedo.


O presidente da Petrobras destacou ainda que, apesar do peso e da importância do pré-sal para as próximas décadas, a abrangência da companhia vai muito além dele. Gabrielli citou investimentos em etanol e fertilizantes para exemplificar a diversidade de segmentos e, portanto, de oportunidades, às quais os empresários devem estar atentos. ´Queremos garantir o conteúdo nacional em todas essas cadeias e, para isso, é preciso que os empresários identifiquem suas oportunidades, dificuldades e enfrentem os riscos`, ressaltou.


Gabrielli destacou que com estes encontros a Petrobras incentiva a participação das empresas locais em sua carteira de fornecedores. ´Estamos trabalhando no alinhamento junto a parceiros como os governos estaduais e em relação aos nossos próprios processos, assegurando transparência para minimizar os riscos para os empresários`, comentou. Ele citou ainda instrumentos como linhas de financiamentos garantidas pela Petrobras junto a seis bancos.

Otimista com o resultado da edição anterior, quando acordou com a empresa RodriMar retomar operações de contêineres, o Porto do Recife, junto com Suape e AD Diper, está com estande montado na Intermodal, de hoje a quinta-feira, em São Paulo. Trata-se de uma das maiores feiras do setor portuário das Américas.

Ninguém merece: Pastor 'cancela' dívidas de fiéis apenas com oração - em troca: doação

Por Fernando Moreira (O GLOBO) - 03.03.2011




Peter Popoff faz carreira como televangelista conduzindo uma cruzada nos Estados Unidos que combina espiritualidade e superação de vícios. Segundo ele. O atual carro-chefe do pastor americano de 64 anos é o "poder" de ajudar pessoas a se livrarem milagrosamente de dívidas apenas com oração.

"Estou dizendo a você que Deus ensina na Sua palavra que Ele quer cancelar, apagar, remover e destruir a sua dívida", diz Popoff em um comercial na TV. Ele garante ter poderes sobrenaturais.

Claro, livrar-se das dívidas tem o seu preço. Popoff envia aos seus seguidores um kit de cancelamento de dívida, em troca de doações.

"Ele é, fundamentalmente, um enganador. O cancelamento sobrenatural de dívidas é uma bobagem, sem qualquer embasamento bíblico", disse Ole Anthony, presidente da Trinity Foundation, entidade que fiscaliza líderes religiosos, principalmente aqueles ligados ao televangelismo.

O império de Popoff, americano nascido na Alemanha, está baseado em Upland (Califórnia). Ele possui uma mansão no valor de 4,5 milhões de dólares, entre outros imóveis.

Humor: Horóscopo de crente




Leviatã – convertidos em 12 de março a 12 de abril
O signo de Leviatã representa a DESTREZA e a MISSÃO e é regido pelo elemento Fogo, por isso um leviatano não se identifica com igrejas tradicionais. Possui muito entusiasmo e vibração, o que lhe faz roubar espaço de muito irmão. Não espera que ninguém lhe diga o que fazer. É proativo ao extremo. Ora pouco; age muito. Não gosta de ser vice de nada, nem de participar de escalas, tipo escalas de plantão na diaconia, escala no berçário, escala pra tocar no louvor… Porém, se lhe delegam um serviço, por menor que seja, para um leviatano é uma missão. Está sempre preparado para batalhas, espirituais e materiais.
Cor: azul céu de batistério


Ovelha – convertidos em 12 de abril a 12 de maio
O signo de Ovelha representa o conceito da OBRA e da TRANSFORMAÇÃO, sendo regido pelo elemento Terra é prático e irritantemente coerente. Colhe exatamente o que plantou, isto é, não espera nenhuma benção de graça, quer trabalhar para o favor. Detesta assembléias e falação. A obstinação às vezes é tamanha que continua incessantemente tomando posse daquilo que já é seu, o que pode tornar muitos ovelheanos avarentos descontroláveis. Porém, sabe dosar heroísmo e abnegação em todo seu lado bestial. Se dá bem com a grande maioria dos irmãos, mas quando não engole alguém, pode ser o maior santo da comunidade, ele faz questão de dar abraços vazios e sem culpa. É obreiro. Pau pra toda obra santa.
Cor: branco hóstia


Irmãos – convertidos em 12 de maio a 12 de junho
O signo de Irmãos representa o conceito da COORPORATIVIDADE e da COMUNHÃO, sendo regido pelo elemento Ar, vive a maioria do tempo com os pés fora da terra; é através dele que temos a possibilidade de compreender como podemos unir os opostos na congregação: o formal e o informal; o fundamentalista e o progressista; e outros.
Isso porque dentro de si mesmo existe dualidade. Utiliza-se tanto da intelectualidade quanto da intuição. É ótimo orador. Mas não é de muita oração, tipo aquelas de meditação.
Também, por causa da influencia do elemento Ar, um irmaniano gosta de liberdade e não se sente bem em igrejas muito lotadas e que há uma insuspeitada atmosfera de manipulação de massa.
Cor: marrom púlpito


Lepra – convertidos em 12 de junho a 12 de julho
O signo de Lepra representa o conceito da LEMBRANÇA e do SENTIMENTO, sendo regido pelo elemento Água o lepriano curti muito suas emoções e vive nadando em águas do passado. Consulta mais o passado do que a Bíblia.
São muito cuidadosos com todos. Invariavelmente um lepriano é um bom conselheiro.
As irmãs de lepra são bem intuitivas, mas não querem ser confundidas com espirituais ou carismáticas.
Seu discurso é indireto e evasivo. Por isso, um pastor lepriano tem dificuldades com sermões: cita um texto, descarta, constrói, desconstrói; uma igreja normal não agüenta isso e muitas vezes um lepriano tem dificuldade em gerenciar autoridade.
Cor: amarelo tecla de órgão


Pardal – convertidos em 12 de julho a 12 de agosto
O signo de pardal representa ESSENCIA e CENTRALIZAÇÃO, sendo regido pelo elemento Fogo, um pardalano é muito entusiasmado e costuma brilhar muito por onde passa. É certo que às vezes causa cegueira por excesso de luz que irradia...
Os nativos de Pardal são mártires por natureza. Porém, se orgulham disso, pois querem sempre estar no centro, não espírita, mas das discussões.
As irmãs de Pardal dão muito trabalho nas igrejas, pois não se submetem com facilidade. Resignação chega ser pecado. Tomar posse é com elas mesmas.
Um pardalano é defensor da teologia da prosperidade, mas faz sua apologia não de forma simplória, porém com argumentos filosóficos e éticos bastante consistentes. Provavelmente foi um crente desse signo que criou o adesivo colado nos pajeros por aí: “Resultado da minha fé”.

Cor: Bege vestido de esposa de diácono

Raabe – convertidos em 12 de agosto a 12 de setembro
O signo de Raabe representa o conceito da SANTIDADE e da PACIFICIDADE, sendo regido pelo elemento Terra, um Raabano é extremamente pé-no-chão; muitas vezes com um pé no pessimismo. Assim, não lida muito bem com os sonhos. Para um Raabano, sonho só se for da confeitaria.
Mas ao mesmo tempo possui a capacidade de não se deixar contaminar com as coisas terrenas.
Tem uma certa obsessão por limpeza, mas isso no plano das relações eclesiásticas. Faz questão sempre de colocar tudo em pratos limpos.
Geralmente frequentam igrejas com liturgia bem definida, ou seja, dificilmente acharemos um crente deste signo numa igreja informal.
Um pastor do signo de Raabe via de regra é muito bom pregador. Sensível e com bom autocontrole, fala de forma contundente sem ser agressivo. É ótimo em campanhas para arrecadação de ofertas.

Cor: bordô mancha de suco de uva em toalha da eucaristia


Funda – convertidos em 12 de setembro a 12 de outubro

O signo de Funda representa o conceito da LEI e do DOMINIO, sendo regido pelo elemento Ar, o Fundano vive atirando pedras pelo ar. Alguns estudiosos dizem que é mesma raiz da palavra funda-metalismo. Adora fundar igrejas e organizar o lançamento da pedra fundamental.
Contudo, é um signo que tenta promover a igualdade na igreja mesmo que seja por decreto. Super valorizam a estética do culto e quanto mais teatralização melhor. São diplomáticos, mesmo os que não possuem diplomas. Vive num limiar de gentileza e estupidez. É refinado, mas desagradado pode perder as estribeiras. As assembléias são realizadas as mil maravilhas quando não há nenhum Fundano presente.

Cor: cinza pombo de sótão de congregação


Formigão – convertidos em 12 de outubro a 12 de novembro
O signo de Formigão representa o conceito da CONVERSÃO e do MISTÉRIO, sendo regido pelo elemento Água, vive mergulhado no desconhecido. Ele mesmo é pouco transparente. Tem sempre respostas evasivas e ambíguas. Se pastor, deixa louca qualquer ovelha, e vice-versa.
Contudo, é um operário na igreja. Não se vê um Formigão parado, está sempre carregando o piano, o órgão, as caixas de som... Por isso mesmo talvez, carregue também muitas mágoas.
É bem fiel à comunidade, mas uma vez traído se torna visceral nas críticas. Sai da igreja, mas não esquece, e passa a espalhar os podres dos irmãos com quem comungou.

Cor: Vermelho sangue em quadro de S. Sebastião

Fonte: Pavablog \ Verticontes