segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Pernambuco em Desenvolvimento



Imagem ilustrativa

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27/08/2011

Jornal do Commercio
Economia
27/08/2011

SUAPE começa a implantar plano habitacional
Governo vai destina R$ 83,4 milhões para urbanizar áreas e preparar terreno para moradores do complexo
Da editoria de Economia

O Complexo Industrial Portuário de Suape recebeu oficialmente ontem R$ 83,45 milhões para começar a resolver um problema que se agrava a cada anúncio de um novo empreendimento em seu território. Atualmente, cerca de 6,2 mil famílias vivem em seus domínios, ocupando, em diversos casos, áreas de proteção ambiental. Habitam o “Eldorado” pernambucano, mas em uma realidade longe de ser considerada a ideal. Os recursos serão aplicados em ações de urbanização de comunidades onde hoje se encontram aproximadamente três mil famílias. Outra parte será investida na preparação de uma área de 170 hectares, também dentro de Suape, onde se pretende erguer 2.600 unidades habitacionais para receber moradores que serão removidos de áreas de proteção ambiental.


Os valores já estão no caixa de Suape e foram obtidos através de um empréstimo contraído pelo Governo do Estado junto à Caixa Econômica Federal. Segundo a Lei nº 14.362, de 17 de agosto de 2011, devem ser empregados, obrigatoriamente, no programa Pró-Moradia da instituição financeira. Esse tem como objetivo contribuir com o acesso em condições de habitação dignas para famílias cuja renda mensal seja menor que R$ 1.395. O montante foi anunciado pelo Governo em junho, em meio a um grande pacote de ações para o Complexo de Suape.


A urbanização das comunidades consiste em obras de segurança e infraestrutura de acesso e também na regularização jurídica das habitações, ficando a parte de saneamento e abastecimento de água sob responsabilidade da Compesa. O vice-presidente de Suape, Frederico Amâncio, explica que após concluídas as ações, a administração do Complexo deseja repassar a gestão das comunidades para as prefeituras do Cabo de Santo Agostinho e de Ipojuca.


O cronograma de obras ainda não está definido. “Iremos partir para o processo de contratação das empresas e só então poderemos estimar o tempo de conclusão dos serviços”, justificou. Já a remoção de famílias que hoje vivem em áreas de proteção ambiental tem um horizonte mais distante.


Amâncio explicou que se trata de um processo de “curto, médio e longo prazo”. Na prática, a dificuldade é viabilizar as desapropriações, que ocorrem em ritmo lento por serem negociadas caso a caso. Muitas envolvem valores altos, que não foram esmiuçados pelo vice-presidente. Este ano, segundo Amâncio, 200 foram concretizadas.


Em paralelo, o Complexo de Suape negocia também com a Caixa Econômica a construção de 2.600 unidades habitacionais dentro da segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida. Elas serão oferecidas como alternativa para às famílias desapropriadas, podendo servir como instrumento de redução no valor das indenizações.




Noticias de Pernambuco


Notícias do dia
26/08/2011


Folha de Pernambuco
Economia
26/08/2011


Entrada da Venezuela no Mercosul ajudará Norte/NE

Assunto será gancho de fórum do bloco econômico no Recife
TATIANA NOTARO



MARCONDES acredita em rodada de negócios proveitosa

Dependendo apenas do aval do senado paraguaio, a Venezuela está prestes a ingressar como membro pleno do Mercosul. E por sua localização geográfica, o país pode ser o vetor para que as regiões Norte e Nordeste do Brasil possam, afinal, ser favorecidas pelos negócios do bloco econômico, que completa 20 anos em 2011. Este é um dos assuntos de debate do 1º Fórum Multinacional de Negócios do Mercosul, dias 15 e 16 de setembro, no Mar Hotel, em Boa Viagem, promovido pela Federação de Câmaras de Comércio e Indústria Venezuela-Brasil.


São sete painéis que vão discutir integração econômica e comercial, de cadeias produtivas e integração energética, além de integração científica, tecnológica e infraestrutura, política e social, sustentabilidade e meio ambiente e turismo. Ca­da painel contará com representantes dos países já integrantes do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai), da Venezuela e de ministérios do Governo Federal. Inscrições são gratuitas e disponíveis a todos os interessados através do www.forumdenego­cios­mer­cosul.com.br.


Embora a logística seja o primeiro dos entraves para a comercialização entre os estados do Norte/ Nordeste e os países do Mercosul, o presidente da Federação, José Fran­cisco Marcondes, acredita que essa questão estrutural só vai se modificar com o crescimento do comércio. “Com o seminário, queremos debater inclusive como as regiões vão se inserir no processo que começa com a inclusão da Venezuela”, disse. “Uma percepção dos países do Mercosul é que as regiões são mercados muito importantes e, por isso, os empresários estrangeiros vão aproveitar a oportunidade - e a rodada de negócios - para conhecer pessoalmente”.


A Venezuela já é um dos 15 destinos das exportações brasileiras. Em 2010, as comercializações entre os dois países fechou em US$ 4,2 bilhões em 2010, sendo um superavit de US$ 3,7 bilhões para o Brasil. A nafta de petróleo é o principal produto que a Venezuela importa do mercado brasileiros; de Pernambuco, importa o açúcar.


Diário de Pernambuco
Diário econômico
26/08/2011

Cresce a geração de vagas
Taxa de desocupação da RMR passou de 10% em julho de 2010 para 6,3% em julho de 2011, segundo dados do IBGE



Imagem: JARBAS/DP
A Região Metropolitana do Recife (RMR) apresentou a maior queda do desemprego das áreas metropolitanas no período de um ano. A taxa de desocupação passou de 10% em julho de 2010 para 6,3% em julho de 2011. Uma queda de 3,7 pontos percentuais em doze meses. Em julho, a indústria de transformação se destacou com a criação de 5 mil postos de trabalho, enquanto o comércio reduziu 14 mil empregos. Os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam 105 mil desempregados na RMR.


A pesquisa indica que houve a recuperação dos salários dos empregados. O rendimento médio dos ocupados da RMR passou de R$ 1.077,14 em junho para R$ 1.121,60 em julho. Mesmo assim, ainda é o menor salário do conjunto das seis regiões metropolitanas (Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte). Os empregados do setor público têm a maior renda média de R$ 1.949. Já os trabalhadores por conta própria são os que ganham menos, em média R$ 779,30.


No conjunto das seis regiões, o desemprego ficou estável em julho com taxa de 6% contra 6,2% em junho. A técnica do IBGE Adriana Beringuy comenta que o mercado de trabalho em 2011 apresenta estabilidade há alguns meses se comparado a 2010. Segundo ela, a população desocupada de 1,4 milhão ficou estável em relação ao mês anterior, mas quando se compara os índices de 2010 o desemprego diminuiu.


“A dinâmica do mercado de trabalho foi positiva no mês e no ano porque foram criados postos de trabalho com carteira assinada”, salienta. A PME mostra que o número de trabalhadores com carteira no setor privado (10,9 milhões) registrou alta de 1,2% em julho comparado a junho. No comparativo annual, houve crescimento de 7,1% dos postos formais de trabalho, o que representa um adicional de 726 mil empregos com carteira nas áreas metropolitanas.


Em relação ao desempenho dos setores de atividade, a PME mostra a perda de 49 mil postos de trabalho na indústria no conjunto das regiões. Outra performance negativa foi registrada nos serviços domésticos, com a perda de 4,4% no número de postos de trabalho. As ocupações nos serviços de alojamentos, alimentos, transportes e pessoais cresceram 3%. (R.F.)

Integração do Mercosul em debate
THATIANA PIMENTEL

Empresas locais com interesse em exportar para países latinos podem participar da rodada de negócios




Exportação seráumdos temasdoseminárioemsetembro. Imagem: A.BAÊTA/OIMP/D.A PRESS - 16/5/11
Pernambuco será sede do 1º Fórum Multilateral de Negócios no Mercosul que irá acontecer nos dias 15 e 16 de setembro no Mar Hotel, em Boa Viagem. O evento está sendo organizado pela Federação de Câmaras de Comércio e Indústria Venezuela-Brasil e contará com a participação de mais de 40 convidados entre empresários e integrantes do governo venezuelano, chileno, argentino, paraguaio, uruguaio e brasileiro.


Entre os temas que serão debatidos no encontro estão a integração econômica e comercial entre os países da América do Sul e os destinos turísticos do continente. Na tarde do dia 16, haverá ainda uma rodada de negócios onde os pernambucanos interessados em exportar seus produtos para os países latinos presentes poderão fechar negócios ou firmar parcerias com as empresas convidadas.


Para se inscrever basta acessar o site www.forumdenegociosmercosul.com.br e preencher o cadastro. As inscrições são gratuitas e estão abertas para empresários, economistas e estudantes de comércio exterior. “Nosso objetivo não é só fomentar negócios entre os países participantes. Queremos ampliar o debate sobre a integração da América Latina, seja do ponto de vista econômico, político, social, energético ou ambiental. E a escolha de Pernambuco é significativa porque as regiões Norte e Nordeste ainda exportam pouco no cenário do Mercosul”, afirmou João Francisco Marcondes, presidente da Federação de Câmaras de Comércio e indústria Venezuela-Brasil.


Segundo o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Venezuela-Brasil de Pernambuco, Luiz Serao, entre os sete painéis realizados no evento também serão discutidas as oportunidades de negócios trazidas pela Copa de 2014. “Essa é a melhor hora para incentivarmos parcerias e o aporte de investimentos buscando complementaridade entre os países. Ninguém quer se desenvolver sozinho e ficar cercado de pobreza. Temos que começar a alinhar nossos passos para formar um bloco realmente competitivo e combativo”, ressaltou. E ainda de acordo com ele, os empresários que estiverem interessados em importar máquinas, aproveitando a baixa do dólar, também poderão encontrar oportunidades na rodada do dia 16.






Noticias de Pernambuco


Notícias do dia
25/08/2011


Folha de Pernambuco
Economia
25/08/2011


PE sedia Fórum de Negócios do Mercosul




Dias 15 e 16 de setembro, acontece no Mar Hotel, no Recife, a primeira edição do Fórum Unilateral de Negócios do Mercosul, promovido pela Federação de Câmaras de Comércio e Indústria Venezuela-Brasil. O evento vai reunir representantes dos países do bloco econômico e de dez estados das regiões Norte e Nordeste do Brasil em sete painéis que tratarão de assuntos como economia social, turismo e esportes, ciência, tecnologia e infraestrutura. As inscrições são gratuitas e disponíveis a todos os interessados através do www. forumdenegociosmercosul.com.br.



De acordo com o presidente da Federação, José Francisco Marcondes, os estados do Nordeste, principalmente, não se beneficiaram das possibilidades do Mercosul, nesses 20 anos. “A maior dificuldade é a distância geográfica, mas o ingresso da Venezuela pode ser o principal vetor dessa aproximação”, declarou. Além dos painéis, a programação do evento também terá rodada de negócios, com participação de cerca de 40 empresários estrangeiros e empresas locais.



Segundo Marcondes, Pernambuco foi escolhido como sede para o primeiro evento por seu atual desempenho econômico e o Fórum se estabelecerá como um evento anual, circulando por vários estados das regiões Norte e Nordeste. O principal objetivo é promover negócios e atrair compradores vizinhos para produtos e serviços locais, incentivando parcerias e o aporte de investimentos. Estão previstas as presenças do governador Eduardo Campos, do secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Geraldo Júlio, e de representantes da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).




Diário de Pernambuco
Diário econômico
25/08/2011




Imagem: CONTAINER ECOLOGY STORE/DIVULGAÇÃO

Loja dentro de um contêiner
MIRELLA FALCÃO


Franquia utiliza modelo reciclado para abrir estabelecimento em locais inusitados. Recife terá unidade.

Moda, sustentabilidade, espaços alternativos. Tudo isso faz parte do conceito da Container Ecology Store, franquia que utiliza contêineres reciclados com mais de 20 anos de uso para abrir lojas em locais inusitados. A primeira unidade do Nordeste será inaugurada em 1º setembro, na Domingos Ferreira, ao lado de um posto de gasolina. A loja será montada dentro de três contêineres e venderá produtos das grifes Abercrombie & Fitch, Hollister, Lacoste, Coca-Cola Clothing e Triton. Dentro de dois meses, uma segunda filial será aberta na Zona Norte, em Casa Forte.


“Nós criamos um conceito inovador de boutique ecológica, que alia modernidade, sustentabilidade, baixo custo operacional e retorno imediato”, diz o diretor da franquia, André Krai. Além dos contêineres reciclados, as lojas têm araras feitas de corrimão de ônibus e decks de casca de arroz. O empresário, que tem experiência de 18 anos no setor têxtil e fabricava peças de tricô no Rio Grande do Sul, procurava uma maneira barata de escoar sua produção. Em uma viagem a Cingapura, conheceu uma loja que utilizava uma caixa de metal. E assim, teve a ideia de criar a Container Ecology Store, que foi patenteada em 2008.


“No nosso objetivo é expandir a rede de franquias e lojas por todo o território nacional e fechar o ano com 100 lojas no Brasil. A modernidade da proposta ecologicamente correta parece atrair mais os jovens”, comenta Krai. O custo de abertura de uma loja da Container Ecology Store é a partir de R$ 80 mil e, segundo a rede, o retorno do investimento é obtido no prazo de 12 a 24 meses.


Existem 12 lojas contêineres no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro. Há contratos para abertura de outras 18 unidades, incluindo novos mercados como Minas Gerais, Espírito Santo, Tocantins, Rondônia, Maranhão e Pernambuco, com estas duas unidades franqueadas pelo empresário João Augusto de Carvalho Neto, 30 anos. O empresário atua com contêineres há dez anos, através de um empresa de aluguel de equipamentos. Queria se associar à irmã Adriana Carvalho, 24 anos, no segmento de moda e viu na franquia uma oportunidade de negócio criativa, de baixo custo e ecologicamente correto.


“É uma ideia inovadora e permite ocupar espaços onde antes não existia nada, como postos de gasolina e praças, com um custo operacional bem menor que uma loja de shopping”, comenta João Carvalho. Segundo ele, basta apenas uma semana para reformar o contêiner e instalar a loja. A unidade terá 75 metros quadrados e vai atender a uma clientela de ampla faixa etária. “De 15 a 50 anos, porque trabalhamos com marcas com perfis bem distintos com foco na classe A e B”, descreve Carvalho.


Sem ela


A Petrobras ampliou o prazo dado para a PDVSA decidir se mantém a sociedade na Refinaria Abreu e Lima. Depois de vários adiamentos, a estatal venezuelana alegou que o orçamento da obra quadruplicou e precisa ser repensado. A Petrobras também desistiu da concessão na Faixa do Orinoco, na Venezuela. A decisão ficou para novembro.



quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Noticias (23-08-2011)

Notícias do dia
23/08/2011



Diário de Pernambuco
Diário econômico
23/08/2011

MPT denuncia terceirização
MICHELINE BATISTA
Pedido de liminar informa que SUAPE contratou serviços quando deveria chamar aprovados em concurso



SUAPE contratou empresa para fazer trabalho de geógrafos,
biólogos e analistas ambientais.
Imagem: TERESA MAIA/DP/D.A PRESS - 6/5/10

A empresa SUAPE está contratando, com dispensa de licitação, serviços técnicos especializados para execução de projeto de pedagogia ambiental. A Associação Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep) receberá R$ 1,2 milhão, durante 19 meses, para fazer o trabalho dos geógrafos, analistas ambientais e biólogos que foram selecionados no concurso público de 2010 e nunca foram chamados. Diante desse fato novo, o Ministério Público do Trabalho (MPT-PE) reforçou ontem o pedido de liminar para obrigar a convocação de todos os concursados.


A dispensa de licitação foi publicada no último dia 16 no Diário Oficial do Estado. São R$ 66,4 mil mensais. “A contratação confirma que SUAPE continua preterindo os concursados e preenchendo seu quadro por pessoas externas”, diz o procurador do Trabalho Leonardo Osório de Mendonça. Segundo ele, as investigações já tinham revelado que SUAPE possuía em seus quadros terceirizados irregulares e funcionários comissionados em funções que não são típicas de cargos de confiança.


“Não conseguimos entender a relutância da empresa em admitir essas pessoas, que já se mostraram qualificadas para os cargos e, conforme visto na investigação, são necessárias à estrutura de SUAPE”, afirma Mendonça. No início de julho, o MPT-PE entrou com uma ação civil pública na 2ª Vara de Ipojuca para obrigar a empresa SUAPE a chamar os aprovados. A audiência pública foi realizada na quinta-feira naquele município e a juíza titular da 2ª Vara estimou que a questão poderia ser julgada até a primeira quinzena de setembro.


Com esse fato novo, é possível que a decisão saia antes. “Fica claro que é urgente, imperiosa e necessária a imediata antecipação da tutela de mérito, uma vez que a demora no provimento judicial causa prejuízo aos candidatos aprovados e, no caso mencionado, a toda a sociedade pernambucana”, comenta Mendonça, acrescentando que vai enviar toda a documentação ao Ministério Público Estadual e ao Tribunal de Contas do Estado.


SUAPE explicou, através de nota, que chamou 28 (dos 112 profissionais de nível superior e técnico) aprovados no concurso e que o cronograma de convocação está dentro do prazo de validade, de dois anos prorrogável por mais dois, e da necessidade de operação da empresa. Em relação à contratação da Associação Itep, informou que todo o processo segue os requisitos legais previstos na Lei de Licitação “e não se confunde com as atividades permanentes desenvolvidas pela equipe do Complexo de SUAPE”.

Paiva lança terceira etapa
Serão sete edifícios residenciais, hotel cinco estrelas e um centro empresarial, que inclui shopping



Odebrecht vai construir os empreendimentos comerciais e
residenciais em sociedade com o grupo português Promovalor.
Imagem: JÚLIO JACOBINA/DP/D.A PRESS

A Odebrecht Realizações Imobiliárias está lançando nesta semana a terceira etapa do projeto da Reserva do Paiva – empreendimento que tem como sócios os grupos Cornélio Brennand e Ricardo Brennand. Serão construídos mais sete edifícios residenciais – no condomínio Terraço Laguna; um hotel cinco estrelas, com 300 quartos; e um centro empresarial composto por seis edifícios e um shopping center.


O investimento total é de R$ 450 milhões (R$ 91 milhões no residencial; R$ 249 milhões no empresarial, incluindo as torres de escritórios e o centro de compras e serviços; e R$ 110 milhões no hotel). A Odebrecht Realizações Imobiliárias fará os empreendimentos em sociedade com o grupo português Promovalor – que tem histórico de investimentos semelhantes em Lisboa e na região do Algarve.


“A Odebrecht terá 51% de participação e o Promovalor, 49%, no Terraço Laguna e no Novo Mundo Empresarial. No hotel – cuja bandeira será anunciada em 40 dias, estamos construindo para o Promovalor, que terá 100% do empreendimento”, Luís Henrique Oliveira, diretor de Incorporação da Odebrecht em Pernambuco.


Apenas para a construção do hotel deve ser utilizado crédito do BNB e/ou do BNDES, aproveitando os financiamentos disponíveis para empreendimentos hoteleiros com vistas à Copa do Mundo de 2014. As demais etapas anunciadas ontem serão financiadas através de bancos privados. A conclusão de toda a etapa está prevista até setembro de 2014; com o hotel entregue em março.


No Condomínio Terraço Laguna serão oferecidos apartamentos com tamanho médio de 113 m2, variando entre R$ 550 mil e R$ 800 mil. A planta tem opção de até três suítes (uma master) e área de lazer com três piscinas, quadra poliesportiva, clube com salão de festa, academia, entre outros mimos.


“O foco são famílias menores, pessoas que trabalhem no Complexo Industrial de Suape, famílias com pessoas mais maduras – em busca de mais tranquilidade e qualidade de vida, e também investidores”, explica Oliveira. Apenas no primeiro fim de semana de pré-lançamento já foram comercializados 25% dos imóveis.


Serão sete prédios de oito andares, cada um com duas torres com entradas independentes. O projeto, desenvolvido por Carlos Fernando Pontual, inclui apartamentos no térreo com infraestrutura semelhante à de uma casa, incluindo entrada e garagens independentes para as unidades das extremidades de cada edifício. Todos os apartamentos terão duas vagas de garagem.


O financiamento poderá ser feito através do sistema bancário tradicional, com pagamento de 30% do valor até as chaves – incluindo sinal e intercaladas. As prestações médias devem ficar em R$ 1.700.

Shopping com 40 operações



Imagem: JÚLIO JACOBINA/DP/D.A PRESS

Das seis torres empresariais planejadas para a Reserva do Paiva, uma será reservada apenas para serviços médicos, duas atenderão o segmento corporativo e três estão planejadas para receberem escritórios comerciais e empresariais, além de profissionais liberais. Em frente aos edifícios será construído um shopping center, com 40 operações de lojas e praça de alimentação.


“Será possível comprar uma sala de 33 m2, ou uma lâmina inteira, com 1.105 m2 – para instalação de grandes empresas. Em relação ao shopping, estamos fazendo um estudo de mercado, mas já temos 260 interessados em instalar empreendimentos no local”, explicou Luís Henrique Oliveira. As salas têm valor inicial de R$ 200 mil. A aquisição de um andar inteiro sai por cerca de R$ 7 milhões.


O hotel será de luxo, no padrão cinco estrelas, com 2.500 m2 de espaço para convenções – uma demanda atual do mercado na Região Metropolitana do Recife. Segundo Oliveira, a bandeira será anunciada até o fim de setembro.


“Estamos tendo muito cuidado com a negociação, que é de longo prazo (15 anos, renováveis por mais 15), mas podemos dizer que será uma bandeira internacional e que o intuito é aproveitar a vocação do Paiva de atender tanto o público de negócios e convenções, pela proximidade com Suape e com o Recife, e também o público de lazer”, complementou Oliveira. O investimento total na Reserva do Paiva está estimado em R$ 2,5 bilhões. Na construção desta etapa está prevista a criação de 7.500 empregos diretos e indiretos.

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Jornal do Commercio
Economia
20/08/2011


Economia
Fiat dá oportunidade para Itamaracá se reerguer
O anúncio de bilhões de reais em investimentos no Norte de Pernambuco, com milhares de empregos, reacende a esperança de redenção da ilha

Giovanni Sandes

O lixo se acumula pelas ruas. O acesso viário é afunilado, o transporte público deficiente e até o mar recebe esgoto residencial. Sede do Forte Orange, um dos mais belos cartões postais de Pernambuco, Itamaracá convive com a história de derrotas em seus combates pela recuperação econômica. O anúncio de bilhões de reais em investimentos no Norte de Pernambuco, com milhares de empregos, reacende a esperança de redenção da ilha e dá a partida para a batalha decisiva: a inclusão de Itamaracá no boom de desenvolvimento, para evitar que o município seja isolado do crescimento.


O efeito multiplicador da Fiat, uma fábrica em Goiana de R$ 4 bilhões e 4.500 empregos diretos, se estenderá por vários municípios. Para fabricar até 250 mil automóveis por ano, a partir de 2014, ela atrairá mais de 100 fornecedores, que se instalarão em um raio de até 40 quilômetros e vão gerar até 15 mil empregos. Goiana ainda receberá um polo farmacoquímico, com investimentos que somam R$ 1 bilhão.

Segundo a Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas (Condepe-Fidem), a primeira onda de benefícios alcançará, além de Goiana, Paulista, Itapissuma, Abreu e Lima, Igarassu, Araçoiaba e Itamaracá.


Mas os gargalos da ilha começam na entrada. A ponte Getúlio Vargas, de 1939, até 1995 tinha só uma faixa para o tráfego nos dois sentidos, um suplício no acesso do paraíso dos anos 80. A duplicação veio atrasada. Não compensou a degradação do turismo no rastro do histórico de insegurança, um contrassenso de turismo vizinho a um complexo prisional.


Itamaracá tem quase 25 mil casas, muitas de veraneio, a maioria agora fechadas e 70% em atraso no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). A população de 21 mil habitantes inclui comunidades em que falta transporte, água, esgoto e coleta de lixo adequada.


Em 2006, o então governador Jarbas Vasconcelos (PMDB) anunciou a retirada dos presídios. Projeto do atual governador Eduardo Campos (PSB), um complexo prisional em Itaquitinga que receberá os detentos já está em obras. Uma área de 1.401 hectares na ilha seria leiloada para um complexo turístico que induziria a retomada econômica, negócio abortado pela crise mundial de 2008 e 2009. “Intervenções pontuais não resolvem mais o problema. Itamaracá precisa de uma grande requalificação”, alerta o presidente da Condepe-Fidem, Antônio Alexandre da Silva.




Notícias do dia
22/08/2011




Folha de Pernambuco
Economia
22/08/2011


Hemobrás terá área perto de SUAPE

Porto substituirá terminal de Santos no circuito nacional de medicamentos

ANDRÉ CLEMENTE



COMPLEXO receberá plasma de Goiana e o enviará para a França. Hemoderivados também chegarão por Suape


A Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) está buscando um armazém nas proximidades do Complexo Portuário de Suape. O espaço será necessário ainda este ano, quando deve ser inaugurada a câmara fria da empresa, em Goiana, onde será armazenado todo o plasma coletado no Brasil. A logística funcionará da seguinte forma: o plasma sairá de Goiana para o Porto de Suape, de onde partirá para o Laboratório Francês de Biotecnologia (LFB), em Lille, na França. Lá, os hemoderivados serão produzidos, retornarão para Suape e seguirão para o armazém, onde ficarão temporariamente, até liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


Com a nova logística, o Porto de Santos sairá do circuito brasileiro da Hemobrás e todo o processo será centralizado em Suape. Atualmente, é no terminal paulista que chegam os contêineres de hemoderivados vindos da França e de onde parte o plasma que sai para o LFB. No laboratório, o plasma é transformado em hemoderivados e volta para Santos. “Para o processo ser possível, vamos alugar um armazém para que o produto que chegar nos navios fique armazenado adequadamente, até liberação da Anvisa. O espaço terá capacidade para estocar cinco mil metros cúbicos de medicamentos na temperatura de quatro graus”, informou o presidente da Hemobrás, Romulo Maciel Filho. O armazém ficará no trajeto entre Goiana e Suape, nas proximidades do Complexo Industrial.


Os seis medicamentos fabricados (albumina, imunoglobulina, fatores de coagulação VIII e IX, complexo protombínico e fator de von Willebrand) voltam nos navios. Em casos emergenciais, os produtos voltam de avião. Ao chegarem ao Brasil, são distribuídos para cerca de 16 mil portadores de hemofilia por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Na próxima remessa de hemoderivados que chegará ao Brasil, em setembro/outubro, os produtos virão sem rótulo. “É a primeira vez que vamos rotular por aqui. Será made in France, mas terá nossa marca, por serem produzidos com sangue-plasma coletado e enviado do Brasil”, disse Maciel Filho.


Em julho do ano passado, quando foi publicada a portaria 1.854 de 13 de julho de 2010, a Hemobrás passou a gerenciar o plasma coletado no Brasil. Na época, o volume enviado pelo Brasil para a França era de 90 mil litros de plasma. Hoje, são enviados cerca de 110 mil litros. Em doze meses, a expectativa é enviar 150 mil litros. Em 2013, 200 mil, e seguir, anualmente, aumentando o volume em cerca de 100 mil litros. A expectativa da Hemobrás é reduzir o número de envios de plasma, que hoje é de três a quatro vezes ao ano, quando chegar a enviar cerca de 500 mil litros desta matéria prima, em 2016. Estes 500 mil litros são a capacidade total de armazenamento da câmara fria do parque fabril da Hemobrás.



Sem xenofobia



Não é só na chegada da Fiat a Goiana que a Paraíba está de olho. A fábrica da Hemobrás também despertou o interesse dos nossos vizinhos. Inclusive, tem prefeito andando com um GPS pelos limites do terreno para ver se a obra não está ultrapassando a fronteira entre os dois estados. E a diferença é de, apenas, 500 metros. Segundo o presidente da estatal, Romulo Maciel Filho, essa disputa é desnecessária. “Não teremos xenofobia”, disse.



Impsa I



A Impsa, maior fabricante de equipamentos eólicos no Brasil, prevê o encerramento do ano com o dobro da produtividade inicial de 1.000 MW (Megawatts) na planta do Complexo Industrial Portuário de Suape. Com a alta, a unidade produzirá 500 aerogeradores por ano.



Impsa II



Além do aumento da produção, a Impsa irá investir R$ 35 milhões na expansão da unidade. A empresa passará a operar em mais de 20 mil metros quadrados. O montante também será aplicado na compra de novos equipamentos e no treinamento dos funcionários.



Diário de Pernambuco
Diário econômico
22/08/2011


Bons ventos

Considerada a maior fabricante de equipamentos eólicos no Brasil, a Impsa prevê o encerramento do ano com o dobro da produtividade inicial de 1000MW em sua planta, localizada em Suape. Serão produzidos cerca de 500 aerogeradores por ano na unidade. Este ano, empresa está investindo mais de R$ 35 milhões no negócio.


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Pernambuco em Desenvolvimento




Notícias do dia
19/08/2011



Jornal do Commercio
Economia
19/08/2011


Porto de SUAPE requer R$ 4 bi de investimento



INFRAESTRUTURA Recursos servirão para preparar o complexo portuário para a nova demanda que será gerada. Estado já pleiteou R$ 920 milhões ao BNDES para novas obras
O governo de Pernambuco vai tentar captar junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pelo menos R$ 920 milhões para investir em projetos no Complexo Industrial Portuário de SUAPE. Na semana passada, o governador Eduardo Campos entregou um documento fazendo uma consulta prévia do pleito ao próprio presidente da instituição, Luciano Coutinho. O encontro dos dois pernambucanos aconteceu na sexta-feira passada, no Rio de Janeiro.


Nos últimos 4 anos, os investimentos públicos em SUAPE atingiram R$ 1 bilhão. Para o próximos quadriênio, a projeção é aplicar R$ 4 bilhões em obras de infraestrutura para garantir condições de operação compatível com a nova escala do complexo, onde estará operando uma refinaria de petróleo, um cluster naval e um complexo petroquímico integrado por três indústrias, só para citar alguns exemplos.



O desafio do governo será captar boa parte dos recursos para evitar que a maior parte do dinheiro precise sair do caixa estadual. O vice-presidente de SUAPE, Frederico Amâncio, adianta que além do BNDES, o governo vai tentar outras formas de captação de recursos. Também vamos procurar a Caixa Econômica Federal, além de tentar outros caminhos, como o Tesouro Nacional, por meio da Secretaria Especial de Portos (SEP) e até parcerias público-privadas (PPPs), sugere.



A lista de obras inclui intervenções na área ambiental, mobilidade e infraestrutura industrial e portuária. Não entregamos apenas uma carta-consulta ao presidente do BNDES. Fizemos uma apresentação sobre o porto e a necessidade dos investimentos para viabilizar o crescimento do complexo, destaca Amâncio. No ano passado, a movimentação de cargas do porto foi de 9 milhões de toneladas e a perspectiva é de que chegue a 30 milhões em 2016. Isso justifica a necessidade de investimento em quatro novos cais (do 6 ao 9). Os novos atracadouros comportariam um novo terminal de contêineres e um terminal de grãos, que operaria minério de ferro, aproveitando a sinergia com a ferrovia Transnordestina.



Outro investimento importante é a realização de uma dragagem para atender ao pólo naval. O aporte seria usado no aprofundamento do chamado canal de acesso 2, que atenderia ao Estaleiro Construcap. A diretoria de SUAPE não detalha os valores por obra, alegando que ainda estariam sendo negociados com o BNDES.



Na área ambiental, os recursos poderão viabilizar a construção de um Centro de Tecnologia Ambiental, que seria implantado em parceria com a Petrobras. A iniciativa é necessária para prevenir e combater acidentes ambientais, a exemplo de vazamentos de petróleo. A mobilidade é outro projeto na mira de SUAPE, que tem plano de levar uma linha de veículo leve sobre trilhos (VLT) para dentro do porto, melhorando o transporte de massa.



Diário de Pernambuco
Diário econômico
19/08/2011

Parques eólicos no estado
MIRELLA FALCÃO
Três projetos foram aprovados no leilão promovido pela Aneel. com investimentos de R$ 375 milhões


Pernambuco aprovou três parques eólicos no leilão de energia A-3, que visa suprir a demanda projetada pelas distribuidoras a partir de 2014 e que foi promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), na última quarta-feira. Os três projetos representam um investimento de R$ 375 milhões. Já no Leilão de Reserva (cujo objetivo é contratar além da demanda esperada para o país), realizado ontem, seis projetos de parques eólicos pernambucanos que estavam habilitados não conseguiram vencer no leilão. Eles seriam instalados em Exu, no Sertão do estado. No primeiro leilão, que contou também com concorrência de hidrelétricas, térmicas a gás e a biomassa, as eólicas foram as fontes mais competitivas, chegando a ser vendida por R$ 98,50 por MW. Ontem, a energia mais barata foi R$ 95, vendida por uma usina de biomassa.


Na quarta, foram 51 usinas vencedoras, que somam 2.744,6 MW, sendo uma hidrelétrica (UHE Jirau), 44 eólicas, duas usinas termelétricas a gás natural e quatro a biomassa. Ontem, o leilão encerrou com 1.281,1 MW contratados de 41 projetos, sendo 34 parques eólicos e sete térmicas a biomassa. Três parques eólicos serão em Pernambuco. Dois deles têm potência de 30 MW: Pau Ferro, que representa um investimento de R$ 145,2 milhões, e Pedra do Gerônimo, que demandará R$ 139,98 milhões. O menor parque é o Tacaicó, que tem potência de 18 MW, com aporte estimado em R$ 89,7 milhões. Não foram divulgados os municípios.


O preço da energia contratada foi um dos mais baratos do Brasil, variando entre R$ 98,54 e R$ 98,56. Os três projetos contratados foram vendidos pela EGP-Fontes dos Ventos, que tem entre os investidores, a Enel, multinacional de origem italiana dedicada à geração de energia. A subsidiária brasileira, sediada no Rio de Janeiro, foi procurada pela reportagem, mas não retornou até o fechamento da edição.


Quem também concorria era Ecopart Investimentos, que tem sede em São Paulo. A empresa habilitou seis parques eólicos na Chapada do Araripe, que totalizavam potência de 160 MW. “Os baixos preços dos leilão não viabiliazaram o projeto”, explicou Pedro Cavalcanti, diretor de negócios eólicos da Ecopart. Os baixos preços para os empreendimentos eólicos surpreendeu. Enquanto nos leilões do ano passado, o valor médio foi de R$ 133, nesses certames ficam abaixo de R$ 100.


Para se ter ideia, Jirau vendeu por R$ 102/MW. “A energia éolica está mais competitiva que as grandes hidrelétricas. Acho que por conta da crise internacional, os olhos das principais empresas do mundo se voltaram para o Brasil e isso acirrou a disputa”, Everaldo Feitosa, diretor da Eólica Tecnologia e sócio da Gestamp em projetos eólicos no Brasil, entre eles, os parques instalados em Gravatá, Pombos e Macaparana. A concorrência com as outras fontes, como as térmicas a gás, também derrubou os preços. “O governo está fazendo a parte dele, que é conseguir a energia mais barata. A dúvida é se esses valores realmente cobrem os custos dos projetos”, defente Cavalcanti.


Abreu e Lima


A Petrobras decidiu esperar para ter a estatal venezuelana como sócia na refinaria Abreu e Lima. O problema é a engenharia financeira que o BNDES terá que fazer para capitalizar a PDVSA, com recursos brasileiros. Até agora a participação da PDVSA foi zero, mas ela tem mais tempo para agir.


Autossuficiente


A refinaria de SUAPE deve iniciar as operações no próximo ano e é considerada parte importante aos planos de elevar a capacidade de refino do Brasil para 3,21 milhões de barris diários. A produção significaria a autossuficiência brasileira no consumo de combustíveis. Hoje, o país produz 2,1 milhões de barris diários.



quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Noticias interessantes



Foto: Fabrica Impsa (Porto de Suape)


Notícias do dia
18/08/2011

Jornal do Commercio
Economia
18/08/2011


Raio-X da falta de qualificação

VAGAS ABERTAS Estudo da Ceplan mostra qual será a demanda por mão de obra em determinadas áreas no Estado até o ano de 2014
Adriana Guarda
adrianaguarda@jc.com.br

Pernambuco terá que azeitar o ritmo dos programas de qualificação de mão de obra se quiser reduzir o déficit de profissionais para atender a avalanche de empreendimentos que desembarca no Estado. A 6ª edição da Análise Ceplan, divulgada ontem pela consultoria econômica e de planejamento, aponta uma tendência de aquecimento da demanda por capital humano até 2014 em pelo menos quatro áreas de conhecimento.

Construção civil, engenharia, operação industrial e transformação de metais são áreas que vão continuar demandando bastante mão de obra. Na estimativa que fizemos, só a construção civil vai precisar de uma média de 27.162 novos trabalhadores por ano, adianta o economista Valdeci Monteiro (veja arte).

Na avaliação da economista Tania Bacelar, mesmo depois de encerrada a construção e montagem de megaempreendimentos como a Refinaria Abreu e Lima e a Petroquímica SUAPE outras obras vão aquecer o setor. Ainda teremos a Copa de 2014, o Arco Metropolitano, novos estaleiros, Fiat e complexo logístico em Goiana, além de outras obras de infraestrutura, enumera.

Pela análise da Ceplan, o setor de transformação de metais é outro com forte indício de déficit, uma vez que a vai permanecer aquecido pelos próximos anos. A projeção é que o setor, integrado por categorias como caldeireiros e soldadores, abra uma média de 5.513 vagas por ano.

O economista Valdeci Monteiro destaca que o novo ciclo da economia de Pernambuco também serviu para ressuscitar o estudo de engenharia. Nos anos 80 e 90 assistimos a uma forte crise nos cursos de engenharia, inclusive com a ameaça de fechamento. Agora foi iniciada uma retomada, inclusive com a criação de novos cursos, como o de engenharia naval, diz. A previsão é que o mercado demande uma média de 1.103 profissionais da área por ano. As projeções reforçam a necessidade de apostar em iniciativas para diminuir o déficit de mão de obra qualificada, completa.


EDUCAÇÃO

O apagão de mão de obra reascende a discussão sobre a necessidade de investir em educação básica no Estado. O economista Jorge Jatobá assinala que entre 2000 e 2010 os indicadores de escolaridade apresentaram melhora significativa, mas ainda estão abaixo da média nacional e precisam avançar. Pernambuco tem uma taxa de analfabetismo de 15,2%. Os últimos dados mostram que apenas 10,2% da população economicamente ativa contam com nível superior completo e uma média de 6,3 anos de estudo, enquanto no País é de 7,5.


Empresas montam programas


A iniciativa privada também assumiu o compromisso de qualificar mão de obra para garantir a operação de seus empreendimentos. O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) estreou a iniciativa no Estado, investindo R$ 16 milhões na construção de um centro de treinamento e de um programa de capacitação. Agora será a vez do Estaleiro Promar e da Refinaria Abreu e Lima, da Petrobras.


O secretário de Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo de Pernambuco, Antônio Carlos Maranhão, adianta que até o próximo mês deverá ser iniciado um programa de Formação de formadores, numa parceria do governo do Estado com a Petrobras. A proposta é formar 200 instrutores de qualificação, que depois vão multiplicar os conhecimentos para 4.000 trabalhadores.



Será um programa bem específico, com público formado por professores e profissionais da própria Petrobras e de suas empresas fornecedoras. São pessoas que sabem exatamente o que o mercado necessita. Por isso, acreditamos que a porta de saída da qualificação será a porta de entrada das empresas, aposta Maranhão.



Por enquanto, o programa está sendo desenhado e esperando o aval da área jurídica da Petrobras e da Procuradoria do Estado. A estimativa é que cada formador qualificado repasse os conhecimentos para uma turma de 20 alunos. O programa deverá se estender até o primeiro semestre de 2012, com a formação de pedreiros, carpinteiros, soldadores, eletricistas, montadores e outros.



Para este segundo semestre também é aguardado o início da qualificação de profissionais para o Estaleiro Promar. A meta é capacitar 4.000 alunos, que poderão disputar vagas no segundo estaleiro pernambucano. Uma força-tarefa formada por prefeituras, governo do Estado, empreendedor, SENAI e Instituto Federal de Pernambuco vai tentar formatar um programa nos moldes do realizado pelo EAS.





Diário de Pernambuco
Diário econômico
18/08/2011

Impsa vai investir R$ 35 mi

MIRELLA FALCÃO
Produção anual crescerá de 300 para 500 aerogeradores, no primeiro semestre do próximo ano


A Impsa, indústria argentina de equipamentos de geração eólica, vai investir R$ 35 milhões na ampliação da fábrica instalada no Complexo Portuário e Industrial de Suape. A unidade passará dos atuais 17 mil m2 para 23 mil m2. Com isso, a capacidade de produção anual crescerá de 300 para 500 aerogeradores, já no primeiro semestre de 2012. Por esta razão, a fábrica, que hoje possui 550 funcionários, deve contratar mais 150 pessoas até o fim do ano.


Vagas de nível técnico e superior nos setores de produção, qualidade e suprimento, além de engenheiros e técnicos da área elétrica, mecânica e civil, são algumas das oportunidades de emprego com a expansão da fábrica. Os interessados devem enviar currículo para recrutamento@impsa.com.br. A unidade da Impsa foi inaugurada em Suape, em setembro de 2008. Na época, a unidade tinha capacidade para produzir 180 aerogeradores. No ano passado, a planta passou por algumas modificações, elevando a produção para 300 aerogeradores por ano.


“Para se ter ideia, antes a gente produzia quatro aerogeradores por mês. Agora são seis por semana”, destaca o diretor de operações da unidade pernambucana da Impsa, Frank Koji Migiyama. Por esta razão, o atual número de funcionários já é o dobro do registrado no início do ano passado. “Passamos de 250 para um total de 550 colaboradores”, comenta Migiyama. De acordo com ele, “todos os aerogeradores que serão fabricados até meados de 2013 já foram vendidos. E já temos demanda adicional. Já elevamos a nossa produtividade ao máximo. Daí a necessidade de expandir a fábrica”, explica ele.


A produção em 2011 tem como meta abastecer os parques eólicos que a Energimp, líder latino-americano em geração de energia eólica, está construindo nos estados de Santa Catarina e do Ceará. Dentre as encomendas para os próximos anos, também estão os equipamentos para os parques que a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) aprovou para a Bahia, no leilão de fontes alternativas do ano passado.


“E novos projetos surgirão a partir dos leilões que serão realizados neste mês”, comenta Migiyama. “Na malha energética brasileira, a energia eólica representa atualmente menos de um 1% da produção total. Estamos investindo no crescimento, pois entendemos que existe o potencial desse índice atingir aproximadamente 10% até 2020”, afirma Luis Pescarmona, presidente e CEO da Impsa Wind.

Contrato deve ser assinado sábado

Rio – A Petrobras e a estatal venezuelana do petróleo PDVSA deverão assinar no sábado documento fixando datas “irrevogáveis e irretratáveis” em torno do cronograma de obras e da liberação dos recursos que viabilizem a sociedade entre as duas petrolíferas para a construção da Refinaria Abreu e Lima, em Suape. Atualmente, as obras vêm sendo feitas apenas com recursos da empresa brasileira. A informação é do diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa (foto). Costa disse que, mesmo com a assinatura do documento – que fixa datas definitivas para as várias etapas do projeto – o acordo ainda dependerá do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que terá até o fim de setembro para decidir se aceita ou não as garantias oferecidas pela PDVSA para assumir os 40% (o equivalente a R$ 3,6 bilhões) do total do empréstimo de R$ 9 bilhões tomados pela Petrobras para executar o projeto. Para o diretor da estatal brasileira, caso o BNDES não aprove as garantias oferecidas pela PDVSA para a liberação do financiamento, “cada um (empresa) terá que cuidar da sua vida”. Com 40% das obras já executadas, a Petrobras, segundo Costa, está disposta a levar o empreendimento adiante sozinha. Mas, se o BNDES aceitar as garantias, a PDVSA terá até o fim de novembro para fazer o total do aporte.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Finalmente a UFRPE chegará ao Cabo de Santo Agostinho.




Notícias do dia
17/08/2011


Jornal do Commercio
Economia
17/08/2011

Cabo terá campus da UFRPE


No dia em que a presidente Dilma Rousseff anuncia o mais ambicioso programa de expansão da rede federal de ensino já lançado no País, o Cabo de Santo Agostinho foi contemplado, nesta terça-feira (16.08), com dois grandes investimentos públicos: um campus avançado da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e uma escola técnica federal (unidade do IFPE).



O anúncio foi feito durante solenidade realizada no Palácio do Planalto, na presença, além de presidente, do ministro da Educação, Fernando Haddad, de governadores, deputados, senadores e prefeitos de todo o país, entre eles o prefeito Lula Cabral.



O campus da UFRPE no Cabo terá cinco cursos de engenharia, inclusive de Gás e Petróleo. Foi o único dos 47 campi anunciados na solenidade que será instalado em Pernambuco.



Já a escola técnica será uma das nove a serem implantadas no Estado no plano de expansão. Foram anunciadas também quatro novas universidades federais, sendo duas na Bahia, uma no Ceará e outra no Pará.



A presidente Dilma Rousseff projetou a criação de mais 32 campi universitários em todo o País, nos próximos quatro anos. Já o ministro Fernando Haddad enalteceu as duas unidades a serem implantadas no Cabo de Santo Agostinho: “Isto é muito importante para o Cabo e para toda aquela região, umas das que mais se desenvolvem, hoje, no Nordeste”.


Novo campus da UFRPE ficará no Cabo de Santo Agostinho
Publicado em 16.08.2011, às 18h53

Do NE10
Além das nove escolas técnicas localizadas na Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata e Sertão do Estado, a presidente Dilma Roussed também anunciou nesta terça-feira (16) a construção do novo campus da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), a ser localizado no Cabo de Santo Agostinho

O campus está previsto para ficar pronto em 2013 e serão oferecidos os cursos de engenharia, além de as licenciaturas em física, química e matemática na nova unidade.

Já os sete campus do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) serão instalados em Abreu e Lima, Cabo de Santo Agostinho, Igarassu, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Palmares e Paulista, e dos dois campus do Instituto Federal do Sertão Pernambuco, com sede em Petrolina, serão construídos em Serra Talhada e em Santa Maria da Boa Vista, no Sertão do Estado.

“Os cursos serão definidos após identificarmos as necessidades das empresas instaladas na região”, explicou o reitor da UFRPE, Walmar Corrêa de Andrade. Ainda segundo o reitor, cada curso deve oferecer 80 vagas por ano.

Apesar das indefinições, no entanto, os prefeitos dos municípios a serem contemplados já assinaram um termo de compromisso com o Governo Federal oferecendo terrenos para a instalação das unidades de ensino suas cidades.

SOLENIDADE - A solenidade realizada em Brasília nesta manhã contou com a presença do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, escolhido para discursar representando todos os governadores presentes, e com o ministro da Educação, Fernando Haddad, que afirmou que a construção desses novos centros tem como intuito "permitir ao jovem, sem se mobilizar para os grandes centros, permanecer na sua comunidade e colaborar para o desenvolvimento local".

Para isso, o Ministério da Educação investirá R$ 1,1 bilhão para abrir 314 novas instituições e 400 mil vagas em quatro novas universidades federais, 47 novos campus universitários e 208 novas unidades dos Institutos Federais de Educação Profissional e Tecnológica em todo o país. Para receber os investimentos, foram priorizadas cidades com mais de 50 mil habitantes ou localizadas em microrregiões não atendidas por escolas federais.

Pernambuco em Desenvolvimento





Notícias do dia
16/08/2011


Folha de Pernambuco
Economia
16/08/2011


Redução de trabalho ilegal no Porto do Recife


No primeiro semestre deste ano, a reportagem da Folha de Pernambuco havia denun­ciado o trabalho ilegal de portuários, conhecidos como identidades, no Porto do Recife. Eles se dirigiam ao terminal marítimo no lugar de funcionários cadastrados no Ogmo Recife. Como resposta às denúncias, a fiscalização foi intensificada.


“Esse trabalho praticamente desapareceu. Eles mesmos entraram em atrito. Os identidades entraram na Justiça, tentando algum vínculo empregatício como subempregado. Além disso, a Procuradoria do Trabalho estava ameaçando interditar o Porto. É importante lembrar que é vedada a presença de pessoas estranhas”, disse o gerente geral do Ogmo Recife, José Antônio Falcão.


O procurador chefe do Ministério Público do Trabalho de Pernambuco (MPT-PE), Fá­bio Farias, também garantiu ter informações que ratificam essa posição. “Desde o início do ano o MPT foi mais incisivo em relação ao afastamento dos identidades. O Ministério do Trabalho nos tem passado informações constantes de que esses trabalhadores realmente foram afastados. Agora é o período de intensificação dos trabalhos braçais, que são os que os identidades costumam realizar. Por isso, nós já estávamos monitorando”, disse.




Edital para estivadores é alvo de denúncias


Processo com 240 vagas está sendo investigado pelo MPT

RODRIGO LINS



A comercialização da safra de açúcar em setembro pode ser prejudicada por falta de estivadores capazes de executar tarefas mais pesadas. Ontem foi divulgado o edital que oferece 240 vagas para trabalhador portuário avulso, no cargo de estiva. No entanto, o concurso pode não vingar. “Já foram instaurados dois inquéritos que vão ser analisados. De acordo com trabalhadores multifuncionais, eles não estão podendo se cadastrar para o cargo de estivador”, adiantou o procurador chefe do Ministério Público do Trabalho em Pernambuco (MPT-PE), Fábio Farias.


Caso o edital sofra impedimentos judiciais, o transporte da mercadoria nos portos da capital pernambucana podem enfrentar dificuldades. “A produção que mais precisa de trabalho manual é justamente a da safra do açúcar”, lembrou o procurador. O gerente geral do Órgão Gestor de Mão de Obra do Porto do Recife (Ogmo Recife), José Antônio Falcão, disse que não havia chegado nada ao órgão e que o problema nada mais é do que falta de informação. “Os multifuncionais acham que vão ser prejudicados. Eles não querem fazer serviço pesado”, afirmou.


Para agravar a situação, Falcão informou que parte dos estivadores que trabalham atualmente no Porto do Recife não possuem condições de carregar produtos pesados. “Alguns funcionários não possuem mais condições de executar os serviços mais trabalhosos e pesados. Temos estivadores com até 45 anos. Por isso, vamos realizar uma prova física, no campo da Polícia Militar, na qual os candidatos terão que carregar, em dupla, sacos de açúcar com até dez quilos”, observou.


Segundo o procurador Fábio Farias, a situação poderia ter sido evitada. “Eu procuro o órgão gestor dos funcionários dos portos e o Sindicato dos Trabalhadores de Serviço Portuários desde março, mas nada foi feito. Infelizmente, deixaram para decidir isso em cima da hora”.


As inscrições para a seleção - que segue válida até que o MPT-PE averigue as denúncias e decida, ou não, por ingressar na Justiça - podem ser feitas a partir das 10h de hoje até as 18h desta quinta-feira. As seleções serão feitas pelos Ogmos do Recife e de SUAPE. Podem participar qualquer homem com idade a partir de 18 anos, que estejam em dia com as obrigações eleitorais e militares, além de ter concluído o Ensino Fundamental. Para realizar a inscrição, é preciso acessar o site do Ogmo Recife (www.ogmo-recife.org.br) ou Ogmo SUAPE (www.ogmo-suape.com.br).




Pólo de uma empresa só



O Pólo Farmacoquímico agora se sustenta por uma única empresa, a Hemobrás. Ontem, a Novartis anunciou que não irá construir a sua fábrica de vacinas no município de Goiana. A fábrica será erguida em Jaboatão dos Guararapes. Segundo o diretor de Assuntos Corporativos da empresa, Renard Aron, a decisão foi motivada, principalmente, pela melhor localização do terreno. A justificativa é que a construção da fábrica é realizada por blocos prontos que precisam ser transportados e, neste ponto, segundo o diretor, a proximidade com o aeroporto e com o Porto de SUAPE é essencial. Mas será que isso só foi pensado agora? Desde 2009 que a Novartis anunciou o investimento. De lá para cá, vários foram os locais cogitados para implantação da unidade. E todos os boatos foram negados pela empresa. Apenas agora que o martelo está sendo batido. E a decisão deve ter sido muito bem pensada. Com a mudança de local, a empresa perderá os 95% de incentivos fiscais garantidos para as empresas que se instalarem no Polo Farmacoquímico. O Estado afirma que a Novartis já foi informada que perderá o incentivo. Já o diretor de Assuntos Corporativos da empresa, Renard Aron, diz que “está em negociação com o Governo”. Pelo visto ainda faltam alguns capítulos para a novela terminar.



Funcionários - Outro ponto que levou a desistência da Novartis de ir para Goiana foi a falta de mão de obra qualificada. A justificativa é de que Jaboatão dos Guararapes está mais próximo do pólo médico. E a falta de profissionais também está sendo sentida pela Hemobrás. Segundo o presidente da Empresa, Romulo Maciel Filho, o grande desafio da fábrica é fixar a mão de obra. “Já estamos discutindo com o Governo Federal alternativas para conquistar um quadro próprio”, afirmou.

Pernambuco em Desenvolvimento


Paulista já se beneficia com crescimento imobiliário. Imagem: TERESA MAIA/DIVULGAÇÃO - 13/10/05


Edições Anteriores
14/08/2011

Diário de Pernambuco
Diário econômico
14/08/2011

SUAPE como exemplo

A consolidação do desenvolvimento de Suape provocou um aquecimento no setor imobiliário em um raio de 50 quilômetros. Piedade, saiu do décimo primeiro para o terceiro lugar na lista dos bairros mais procurados da RMR e após a chegada do Estaleiro Atlântico Sul e da Refinaria Abreu e Lima, os imóveis localizados no Cabo, Nossa Senhora do Ó e Ipojuca sofreram um aumento de 50% no preço de venda e aluguel. Mas, enquanto esse cenário levou cinco anos para se desenhar no Litoral Sul, na Zona da Mata Norte, a alta do mercado imobiliário já está se refletindo em cidades próximas a Goiana como Abreu e Lima, Paulista e Olinda.


“Suape demorou 30 anos para se consolidar, enquanto Goiana deverá estar de vento em popa daqui a dez anos. Em Goiana, tudo está acontecendo três vezes mais rápido”, afirmou Antônio Alexandre, presidente da Agência Condepe/Fidem. Um bom exemplo do que ele disse pode ser visto no Park Jardins, empreendimento gigante da Queiroz Galvão, com mais de 700 unidades, em Paulista. As obras começaram em 2009, antes da consolidação da Hemobrás e do anuncio da Fiat e, ainda assim, em menos de um ano, todos os apartamentos já estavam vendidos.


Alexandre, porém, acredita que apenas um plano de mobilidade urbana eficaz poderá permitir que os investimentos previstos para Goiana, sejam distribuídos pelo seu entorno, como está acontecendo em Suape. “Assim como as pessoas que trabalham no complexo não precisam necessariamente morar em Ipojuca, os trabalhadores de Goiana deverão ter direito a escolherem se querem morar em Itamaracá, Paulista ou no Janga. Mas, para isso acontecer, eles precisarão de um sistema integrado que chegue até à cidade”. E para evitar um adensamento populacional descontrolado em Goiana, Alexandre disse que o Condepe/Fidem trabalha em um plano para a região. “A chave para um crescimento agregador e sustentável está no planejamento”, defendeu.



Portos e Navios
14/08/2011

Estado pede ao BNDES quase R$ 1 bi para obras em SUAPE


Noticiário cotidiano - Portos e Logística



Uma carta-consulta por meio da qual o Estado solicita financiamentos no valor de aproximadamente R$ 960 milhões foi entregue nesta sexta-feira (12) pelo governador Eduardo Campos ao presidente do BNDES, Luciano Coutinho, durante reunião realizada na sede da instituição financeira federal, no Rio de Janeiro.


"Pernambuco vem contratando em média R$ 400 milhões por ano ao BNDES. O momento econômico que estamos vivendo, com crescimento em todas as áreas, nos obriga a investir cada vez mais em infraestrutura", disse Eduardo, acrescentando que os recursos pleiteados serão aplicados em obras de infraestrutura em Suape.


Durante a audiência, na qual foi acompanhado pelos secretários Geraldo Julio (Desenvolvimento Econômico), Alexandre Rebelo (Planejamento e Gestão) e Paulo Câmara (Fazenda), Eduardo falou sobre obras licitadas, contratadas e em processo de contratação visando a implantação de mais quatro novos cais, dragagem do porto externo, dragagem de áreas para implantação de estaleiros e de construção e manutenção e estradas internas e externas.


O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, reuniu a equipe na audiência e prometeu dar a maior agilidade possível à tramitação do processo. "Sabemos que Pernambuco é uma das economias mais dinâmicas do país, que tem pressa e vamos ajudar", disse.



terça-feira, 16 de agosto de 2011

Tecnologia: Google compra Motorola Mobility por US$ 12,5 bilhões




O Globo, (economia.online@oglobo.com.br)

RIO - O mercado mundial de smartphones amanheceu nesta segunda-feira com uma notícia inesperada: a Google anunciou em seu blog corporativo que está comprando a fabricante de aparelhos telefônicos móveis da Motorola Mobility pelo preço de US$ 12,5 bilhões em dinheiro. O valor é US$ 40 por ação, um ágio de 63% sobre o preço de fechamento dos papéis da companhia na última sexta-feira, 12 de agosto. Segundo a Motorola, a transação foi aprovada por unanimidade pelos conselhos de administração das duas empresas e deve ampliar a concorrência no setor.

Larry Page, CEO do Google, afirmou que há um "compromisso total da Motorola com o Android, uma das muitas razões que motivaram uma natural sincronia entre as duas empresas". O diretor-executivo da gigante de internet afirmou ainda que o trabalho em conjunto das duas companhias só irá beneficiar consumidores, parceiros e desenvolvedores.
- Estou ansioso para receber os funcionários da Motorola em nossa família de Googlers - disse.
O anúncio da compra fez as ações da Motorola Mobility dispararem em Nova York. Por volta de 11h10, eram negociadas a US$ 38,48, alta de 57,25%. Já as ações do Google, em Nasdaq, perdiam 1,023%, a US$ 558,00. Na negociação antes da abertura do mercado, as ações da Motorola subiram 60% de US$ 14,72 para US$ 39,19. Já as ações da Google caíram US$ 14,68, ou 2,6%, para US$ 549,95.
Para a imprensa internacional, a Google informou que a Motorola Mobility continuará funcionando com uma licenciada Android e terá suas operações executadas como uma empresa separada dos negócios da gigante de internet.
Sanjay Jha, CEO da Motorola Mobility, aponta que a transação de venda da companhia tem valor significativo para os acionistas da Motorola e vai oferecer novas oportunidades mais atraentes para funcionários, clientes e parceiros em todo o mundo.
- Nós compartilhamos de uma parceria produtiva com a Google para avançar com a plataforma Android. Agora, através desta combinação, poderemos fazer ainda mais para inovar e oferecer soluções de excelência em mobilidade para toda a nossa linha de dispositivos móveis domésticos e corporativos - afirmou.
Andy Rubin, vice-presidente de mobilidade da Google, também reforçou a importância da aquisição para o futuro do Android em um mercado tão competitivo. Entranto, deixou claro que o sistema operacional móvel permanecerá a funcionar como uma plataforma aberta, como se encontra hoje.
- Nossa meta para o Android não sofrerá alterações e a Google continua firmemente empenhada em manter o Android como uma plataforma aberta e uma comunidade vibrante de open source - prometeu. - Continuaremos a trabalhar com todos os nossos parceiros para desenvolver e distribuir inovações para dispositivos equipados com Android.
Ainda de acordo com as informações iniciais divulgadas pela fabricante de smartphones, a transação está sujeita ao levantamento de condições habituais de fechamento, incluindo aprovações de órgãos reguladores dos EUA e da União Europeia, assim como a aprovação dos acionistas da Motorola Mobility. A venda deverá ser concluída até o final de 2011 ou no mais tardar até o início de 2012.
A Motorola tem em sua história mais de 80 anos no setor de tecnologia e seus marcos da indústria de telefones incluem o lançamento de o primeiro telefone portátil do mundo há quase 30 anos e hit o StarTEC. Em 2008, a companhia adotou o Android como sistema operacional único em todos os seus dispositivos, o que contribuiu para aproximação com a Google.
A mais recente aquisição é mais uma iniciativa da companhia americana de internet em competir com a Apple, fabricante do iPhone e desenvolvedora do seu próprio sistema operacional móvel iOS. Os aparelhos 'Motorola + Google' seriam os únicos com capacidade de competir em configuração com uma integração total de software (Android) e hardware (Motorola) em uma plataforma própria.
Aproveitando a grande divulgação de seu post sobre a compra da Motorola, Larry Page relembrou ainda que empresas como Microsoft e Apple - suas concorrentes - estão se unindo em ações judiciais para acusar a Google de violação de patentes no desenvolvimento do Android e que o Departamento de Justiça dos EUA fez uma intervenção recente nos resultados de um leilão de patentes para "proteger a concorrência e a inovação na comunidade de software open source" e permanece analisando os resultados do leilão da Nortel.
"A aquisição da Motorola vai aumentar a concorrência por meio de um reforço do nosso portifólio de patentes o que nos permitirá proteger o Android de ameaças nada competitivas de empresas como Microsoft e Apple, entre outras", escreveu o CEO da gigante de internet na ocasião.
Após a Google ter perdido o leilão para compra de milhares de patentes da companhia falida, o diretor da área jurídica da companhia de buscas, David Drummond, também fez duras críticas à Microsoft, Apple, Oracle e "outras empresas", reforçando a posição da Google diante das acusações de companhias que atuaram em conjunto para obter as patentes da Nortel e prejudicarem o desenvolvimento do Android.
Um fonte próxima à negociação anunciada nesta segunda-feira disse que o Google decidiu adquirir a Motorola Mobility precisamente após perder a corrida pelas patentes da Nortel.
- É mais do que apenas uma venda de patente. É obviamente uma mudança estratégica é que mais importa para o Google - disse a fonte.


Fonte: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2011/08/15/google-compra-motorola-mobility-por-us-12-5-bilhoes-925131837.asp#ixzz1VBUxmYch

sábado, 13 de agosto de 2011

Pernambuco em desenvolvimento





Notícias do dia
12/08/2011

Diário de Pernambuco
Diário econômico
12/08/2011

Nova linha de navegação

Atracou na noite da quarta-feira em Suape o navio CAP Jackson (foto), inaugurando uma nova linha de navegação de longo curso, a primeira vinda diretamente dos portos da Ásia. A nova linha é operada pela Hamburg Süd e Maersk, dois dos maiores armadores mundiais. Antes, as linhas originadas na Ásia que tinham cargas destinadas ao Norte/Nordeste atracavam no Panamá, em Santos (SP) ou Sepetiba (RJ) e faziam o transbordo para navios menores. O vice-presidente de Suape, Frederico Amâncio, calcula um aumento de 10% na movimentação de contêineres no porto em função da rota Ásia-Suape. O novo serviço conta com 11 navios de segunda geração, com capacidade para transportar até 6 mil TEUs, mas as empresas prometem colocar navios maiores quando a rota se consolidar. A empresa Suape autorizou o Tecon a utilizar o cais público para poder movimentar a linha.


Empresa a reboque da Fiat
MICHELINE BATISTA
Powertrain Technologies faz estudo para atender aumento da demanda por motor e sistemas de transmissão da fábrica

A Powertrain Technologies, empresa do grupo Fiat, já está estudando uma maneira de atender ao aumento da demanda por motores e sistemas de transmissão da montadora, em função da implantação da nova unidade em Goiana, na Mata Norte de Pernambuco. A construção de uma nova planta no estado está sendo cogitada, mas a empresa também analisa a possibilidade de ampliar a capacidade produtiva atual de suas três fábricas na América Latina, localizadas em Betim (MG), Campo Largo (PR) e em Córdoba, na Argentina.


“Claro que para atender a essa nova demanda vamos precisar ampliar a produção, mas ainda não há nada definido em relação à ida a Pernambuco. Também estudamos a possibilidade de ampliar as plantas atuais”, diz o gerente de Comunicação da Powertrain, Cláudio Rawicz. Segundo ele, uma decisão em relação a essa questão deverá ser tomada “o mais breve possível”, definindo também os investimentos necessários à expansão. Nos últimos três anos, a Powertrain investiu cerca de R$ 1 bilhão nas suas três plantas.


A Powertrain Technologies foi criada em 2005, reunindo todas as atividades de desenvolvimento e produção de sistemas de propulsão das empresas do grupo. A fábrica de Betim produz 600 mil transmissões/ano e 700 mil motores do tipo Fire Flex por ano. A unidade de Campo Largo, por sua vez, produz 300 mil unidades anuais dos motores de alta performance E.torQ, enquanto que em Córdoba são fabricados 300 mil transmissões por ano, para atender tanto a Fiat quanto a PSA Peugeot Citroën.



Com os investimentos anunciados recentemente pela Fiat no Brasil, sendo R$ 7 bilhões em Minas Gerais e R$ 4 bilhões em Pernambuco, a capacidade produtiva anual da montadora vai passar dos atuais 800 mil para 1,2 milhão de automóveis, ano. A capacidade da fábrica de Betim será ampliada de 800 mil para 950 mil veículos/ano e a de Goiana fabricará entre 200 mil e 250 mil unidades anuais. Daí a necessidade de ampliar também a produção de motores e sistemas de transmissão.


O governo de Pernambuco calcula que cerca de 100 empresas poderão se instalar no estado atraídas pela nova unidade da Fiat, gerando mais de 50 mil postos de trabalho. Ao oficializar a mudança de endereço de Suape para Goiana, na última terça-feira, o presidente da Fiat para a América Latina Cledorvino Belini disse que pelo menos 20 empresas vão ficar dentro do complexo fabril em Goiana, para fornecimento just in time de painéis e suas estruturas, eletrônica embarcada, chicotes, quadros de instrumentos, ar condicionado, entre outras peças.


A expectativa é a de que tanto a Powertrain quanto a Magnetti Marelli, outra empresa do grupo, também aportem em Pernambuco. Por enquanto, o governo do estado fechou protocolos para instalação de três empresas que, por estarem cotadas na bolsa, não podem ter os nomes revelados, mas sabe-se que elas atuam na fabricação de blocos de motor, dispositivos eletrônicos e pinos e bronzinas.


Pernambuco em desenvolvimento




Notícias do dia
11/08/2011


Folha de Pernambuco
Economia
11/08/2011

Navio que fará rota à Ásia atraca em SUAPE

Além de descarga, embarcação servirá para exportação de granito e ferro de construção

MANUELA REIS



KANO fez palestra em celebração aos 10 anos do grupo


O Complexo Industrial Portuário de SUAPE amanheceu diferente hoje. Desde meia-noite, está atracado, no Terminal de Contêineres de SUAPE (TECON SUAPE), o navio inaugural que fará a rota Ásia-Pernambuco com descarga de eletrônicos, tecidos e máquinas; e exportação de granito e ferro de construção. A informação foi repassada ontem, quando o presidente do TECON, Sérgio Kano, ministrou palestra, promovida pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef), em comemoração aos dez anos de atuação em SUAPE.


Entre o público, estiveram o vice-governador do Estado, João Lyra Neto; o diretor Comercial da Folha de Pernambuco, José Américo Góis; e o diretor do Ibef, Sérgio Moury. A nova operação leva boas perspectivas ao TECON, que deve atingir R$ 300 milhões em investimentos até 2012, contra os R$ 240 milhões que já foram aplicados até hoje, em equipamentos, tecnologia da informação e qualificação de mão de obra, segundo Kano. “SUAPE atrai a indústria e promove um desenvolvimento extraordinário”, comentou Kano. Em meados de 2002, a movimentação de TEUs (unidade padrão para contêiner de 20 pés) era de 60 mil/ano. A meta prevista para 2011 é alcançar 400 mil TEUs.


“O salto que propiciou o crescimento de SUAPE teve início em 1996, no governo de Miguel Arraes. Ele abriu os arrecifes para a construção do Complexo”, lembrou Kano. Ele acrescentou que os governadores contribuíram para o boom da região. Para João Lyra, o TECON foi fundamental para a logística portuária. “Ela deu grande projeção a SUAPE, que deve se tornar o maior porto do Brasil. Os investimentos do governador (Eduardo Campos) junto ao ex-presidente, Lula, foram essenciais”, disse. O navio será operado pelas empresas Hamburg Süd e Maersk e vai atracar no local semanalmente.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Para meditar: Resgate - Neófito



Segue a letra:

Neófito
Resgate
Não há mais nada que me prenda ao que eu não quero mais fazer
Eles confundem ilusão com liberdade
Se dizem "sim" se dizem livres, mas não podem dizer "não"
Fazem de conta que a imitação é de verdade
Tanta teoria pra me embriagar
Ninguém me entende mais eu vou continuar
Comecei por um dia e nunca mais eu vou parar
Fui do inferno ao céu e não quero mais voltar
Não preciso e não vou me explicar
Não há loucura quando os loucos já confundem os normais
Eles comparam o dinheiro com a vida
Se compram sempre, mas se vendem, nada sobra pra contar
Fazem de conta que opção não escraviza
Mas eu não posso parar de falar
O que meus olhos não cansam de enxergar
Que comecei por um dia e nunca mais eu vou parar
Fui do inferno ao céu e não quero mais voltar
Não preciso e não vou me explicar...

PS: Essa é a musica desse CD. (RESGATE - Ainda não é o ultimo - Sony Music)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Famoso site pró-gay chama o Pastor Silas Malafaia de “besta profana dos evangélicos” e diz que é “otário” quem concorda com suas opiniões


Publicado por Cami França (perfil no G+ Social) em 29 de julho de 2011.

Na terça-feira, dia 26 de julho, foi postado em um dos blogs do site pró-gay MixBrasil um texto um tanto quanto ofensivo ao Pastor Silas Malafaia, em função da sua posição contra o homossexualismo.

Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
Os insultos contaram com palavras como: “besta profana”, “lixo de pessoa”, além de referir-se aos cristãos que partilham das mesmas visões que o Pastor Malafaia, como otários.

O texto crítico foi publicado no Blog Carioca, no qual o blogueiro identifica-se apenas como Marcos, que se mostrou completamente revoltado com o último programa exibido “Vitória em Cristo” no qual o Pastor Silas Malafaia agradece aos homossexuais que querem cassar seu registro de psicólogo.

O blogueiro afirma que mais do que a Igreja Católica fez no passado – em sua história de poder e controle envolvidas com interesses financeiros e no Estado, Silas Malafaia quer fazer agora, sendo parte de um grupo religioso que visa crescimento e obtenção do poder.

Marcos ainda cita sobre os cristãos, dizendo que é preferível ser um verme, porque ao menos no meio deles não existem lixos como o Pastor Silas Malafaia e sua “corja”, expressa sua indignação por saber que existem pessoas que compartilhem da mesma visão que o pastor da Assembléia Vitória em Cristo e ainda completa escrevendo que os evangélicos que investem no ministério do Pr. Silas não passam de um bando de otários que o sustentam enquanto ele desfruta de carros milionários e luxuosas casas.

''Os homossexuais são as atuais vitimas da inquisição que este lixo de pessoa berra contra e vendo estes videos ironicos de sua última encenação de anti-cristo pros seus fieis seguidores fico com vontade de vomitar em cima dele…Mas sabe o que me dá mais nojo: é saber que existem milhares de mentes que pensam igual e pior (!!!!!!) o seguem… TRISTE DEMAIS SABER QUE ENTRE OS VERMES A VIDA PODE SER MELHOR PORQUE NAO EXISTE LIXOS COMO O MALAFAIA E TODA AQUELA CORJA DO MAL… ELES SAO PIORES QUE O DEMONIO QUE USAM PRA VENDER O MAL E GANHAR DINHEIRO AOS RIOS DE UM BANDO DE OTÁRIO QUE NUNCA VAI SAIR DA FOSSA, enquanto Silas Malafaia se veste com ternos caros, anda em carros milionários e mora em mansões… (Marcos / Blog Carioca – Site MixBrasil)''

Fonte: Gospel+

Noticias interessantes




Boas noticias para Pernambuco.

Gestamp Eólica investe R$ 170 milhões em Suape

Empresa vai construir uma fábrica de flanges, que são estruturas usadas para unir as partes das torres eólicas

A Gestamp Eólica iniciou um investimento de R$ 170 milhões que deverá ser concluído em meados de 2012 para implantar a fábrica de flanges, vizinha da unidade produtora de torres eólicas no Complexo Industrial de Suape. Flanges são estruturas usadas para unir as partes das torres eólicas. A empresa pretende desenvolver parcerias para ter parques eólicos no Brasil com capacidade de gerar até 500 megawatts (MW).

"Até 2030, o crescimento da energia eólica no Brasil será muito importante. Como fabricamos as torres, poderemos ser parceiros em vários parques eólicos", disse o diretor da Gestamp Eólica, Dionisio Fernández Auray.

Atualmente, a Gestamp participa da construção de sete empreendimentos que vão gerar 189 MW de energia no País. Em operação, a companhia tem o parque eólico Gravatá-Pirauá que pode produzir 24,7 MW, energia suficiente para abastecer 67 mil pessoas durante um ano. Este empreendimento tem como sócio local a empresa recifense Eólica Tecnologia. As 15 torres do parque Gravatá-Pirauá estão espalhadas pelos municípios de Gravatá, Pombos e Macaparana. Os dois primeiros estão no Agreste e o último na Mata Norte.

Noticias: Pernambuco em desenvolvimento.


Edições Anteriores

Jornal do Commercio

22/07/2011 a 25/07/2011



Suape realiza convocação de aprovados em concurso Após o recebimento da carta convocatória, os aprovados têm até três dias úteis para se apresentarem

O Complexo Industrial Portuário de Suape iniciou a convocação dos aprovados no primeiro concurso realizado pela empresa. Os candidatos convocados têm até três dias úteis para se apresentarem na instituição, a contar da data de recebimento da carta convocatória, que já está sendo entregue em domicílio. Já os documentos e exames admissionais deverão ser entregues no prazo de 15 dias corridos.

A publicação está no Diário Oficial do Estado da última quarta-feira (20). Os demais aprovados serão convocados conforme a necessidade do Complexo. Vale salientar que a validade do concurso é de dois anos, podendo ser prorrogada por mais dois.


Folha de Pernambuco

Economia

25/07/2011



Um novo ciclo de desenvolvimento

A indústria metalmecânica pernambucana está vivendo uma fase de readaptação. Tudo por conta dos investimentos que chegam por aqui. A construção de um polo naval na região acabou mexendo com toda a cadeia metalmecânica do Estado, que viveu sua época de ouro nos anos 1960 e 1970, mas declinou na década seguinte. Agora, o setor ganha um novo fôlego. E não é só o polo naval que está trazendo oportunidades. O setor eólico também anima esse mercado. É aí que mora o problema. Sim, porque as demandas são muitas e nos mais diversos setores. O desafio é chegar até eles. E as entidades ligadas ao setor sabem disso. O IEL, por exemplo, está realizando um mapeamento das necessidades de cada um dos grandes empreendimentos que chegam ao Estado. A ideia é apoiar as empresas, principalmente as de médio e pequeno porte, no fornecimento de matérias-primas. Por outro lado, o Fórum Suape Global está em busca da captação de novas empresas. Agora, essas empresas não podem esperar de braços cruzados. E o primeiro passo é investir na capacitação. Aí o ciclo de desenvolvimento estará completo.



Portos e Navios

25/07/2011



Promar assina com empresa espanhola
O Estaleiro Naval Promar assinou acordo com a empresa espanhola Ghenova, de engenharia naval, aeronáutica e civil, para uma das fases da construção dos oito navios gaseiros encomendados pela Transpetro, subsidiária da Petrobras. De acordo com informações do Promar, a Ghenova venceu licitação e, a partir do contrato de US$ 10 milhões, vai executar o projeto de detalhamento, o desenvolvimento das embarcações, que deve começar em três meses. O projeto básico, que já está em vias de começar, será feito pela Hamworthy Combustion.

Também segundo informações do estaleiro, logo após a eficácia do contrato, possivelmente no fim deste mês, começa a construção do primeiro navio, que tem previsão de entrega para abril de 2014. Os quatro primeiros gaseiros encomendados ao Promar pela Transpetro têm capacidade para sete mil metros cúbicos (m³); em seguida, mais dois devem ser entregues, com quatro mil m³ de capacidade cada. Até abril de 2016, o estaleiro deve entregar os dois últimos navios, com 12 mil m³ de capacidade. A Ghenova, com sede em Andaluzia, na Espanha, chegou ao Brasil no fim do ano passado.

O Promar está localizado em uma área de 80 hectares na Ilha de Tatuoca, no Complexo Industrial Portuário de Suape, e é o segundo estaleiro instalado em Pernambuco. Deve ficar pronto no ano que vem e tem investimentos estimados em R$ 300 milhões. O contrato com a Transpetro, que prevê a construção dos oito gaseiro, é de US$ 536 milhões.